segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Quando falo contigo, mãe!

     Quando me dirijo a ti, Nossa Senhora, não é por hábito nem por costume aprendido. É por amor! Um amor simples, de filho que reconhece o cuidado mesmo quando não entende os caminhos. Falar contigo é repousar a alma, é saber que há um colo invisível sustentando cada passo meu.

 

Tenho caminhado como posso, com acertos e falhas, levando comigo a fé que nem sempre é forte, mas é sincera. Em ti encontro ternura e firmeza, aquela presença que não julga, mas orienta. Quando o coração se inquieta, é teu nome que acalma meus pensamentos.

 

Coloco diante de ti tudo o que sou: minhas alegrias discretas, minhas dores silenciosas, minhas dúvidas humanas. Peço que me ajudes a viver com mais mansidão, a amar com mais verdade e a confiar mesmo quando não vejo clareza no caminho. Ensina-me a aceitar o tempo, a cruz diária e o mistério da vida com humildade.

 

E quando chegar o dia em que eu tiver cumprido minha jornada aqui, sei que não estarei só. Confio que estenderei as mãos e serei acolhido como filho. Não com medo, mas com paz. Porque quem caminha sob teu cuidado aprende que o fim não é ausência, é encontro!

 

Até lá, permanece comigo, Mãe! Guarda meu coração, guia meus passos e fortalece minha fé. Amo-te com amor de filho, e é nesse amor que sigo, hoje, amanhã e além.

 

J.K – 20.01.26




 

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