Não sei me definir por rótulos. Prefiro me contar por histórias, sensações e silêncios. Escrevo porque penso demais, sinto fundo e acredito que algumas verdades só fazem sentido quando ganham palavra. Gosto do que é humano, imperfeito e real — inclusive em mim!
Carrego o tempo no
olhar, mas não perdi a curiosidade. A maturidade me trouxe calma, não
conformismo. Gosto de conversar sobre a vida como ela é, sem filtros
excessivos, sem frases prontas. Me interesso por gente que sente, que
questiona, que não passa pela existência em modo automático.
Tenho afeto pelo
detalhe, respeito pelo silêncio e uma certa urgência em viver com sentido.
Valorizo encontros honestos, boas histórias, risadas sem pressa e textos que
atravessam. Não escrevo para agradar — escrevo para tocar. E quando alguém se
reconhece no que leu, sei que valeu.
Assino J.K porque algumas pausas dizem mais do que nomes inteiros. E talvez me conhecer
seja isso: aceitar o convite para uma conversa sem pressa, onde o que importa
não é impressionar — é ser de verdade!
J.K – 19.01.26

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