quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Entre pausas, palavras e verdade

 Não sei me definir por rótulos. Prefiro me contar por histórias, sensações e silêncios. Escrevo porque penso demais, sinto fundo e acredito que algumas verdades só fazem sentido quando ganham palavra. Gosto do que é humano, imperfeito e real — inclusive em mim!


Carrego o tempo no olhar, mas não perdi a curiosidade. A maturidade me trouxe calma, não conformismo. Gosto de conversar sobre a vida como ela é, sem filtros excessivos, sem frases prontas. Me interesso por gente que sente, que questiona, que não passa pela existência em modo automático.


Tenho afeto pelo detalhe, respeito pelo silêncio e uma certa urgência em viver com sentido. Valorizo encontros honestos, boas histórias, risadas sem pressa e textos que atravessam. Não escrevo para agradar — escrevo para tocar. E quando alguém se reconhece no que leu, sei que valeu.


Assino J.K porque algumas pausas dizem mais do que nomes inteiros. E talvez me conhecer seja isso: aceitar o convite para uma conversa sem pressa, onde o que importa não é impressionar — é ser de verdade!


 

J.K – 19.01.26




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