domingo, 15 de fevereiro de 2026

Onde a gente volta

    Segundo domingo do ano e lá vou eu fazer compras para o almoço. Moro sozinho e nunca planejo muito. Vou ao mercado e decido na hora, no corredor, diante das prateleiras. Gosto dessa liberdade simples de escolher conforme o momento.


Passei no Apolo da Sinimbu. Comprei o básico: refrigerante, leite, carne, nuggets. Faltou gelatina diet, só tinham três sabores que eu já havia levado antes. Nada grave. O que realmente importa ali não é só o que tem ou deixa de ter. É o clima! O Apolo é pequeno, perto de casa, quase sempre resolve — e, principalmente, o atendimento é bom. Do atendente ao caixa, do segurança ao empacotador, todos educados, atentos, humanos. A gente se sente bem-vindo!


Depois fui ao Andreazza da Vereador Mário Pezzi. E confesso: raramente vi um atendimento tão ruim. Nada parece funcionar direito. Prateleiras com falhas, organização confusa, limpeza que deixa a desejar. Os atendentes atendem como se estivessem fazendo um favor. Falta caixa, falta empacotador, falta cuidado. Um ambiente pesado, que cansa antes mesmo da compra terminar.


Por fim, passei no Zaffari da Ernesto Alves — sim, fui aos três mercados numa manhã de domingo. O atendimento, que já foi referência, hoje já não é o mesmo. Filas, poucos caixas, poucos empacotadores. Não é ruim, mas perdeu algo essencial: a sensação de atenção ao cliente.


O que muitos proprietários parecem esquecer é que, hoje, o atendimento é o verdadeiro diferencial. Preço ajuda! Variedade ajuda! Estrutura ajuda! Mas nada substitui ser bem tratado. Ninguém gosta de gastar onde se sente invisível ou incômodo.


No fim das contas, a gente sempre volta onde é bem recebido. Onde um “bom dia” é sincero, onde o olhar encontra o nosso. Atendimento não é detalhe. É experiência! E experiência é o que faz a gente escolher — e voltar!

 

J.K – 11.01.26




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