domingo, 18 de outubro de 2026

Sábado: a dieta foi passear e não voltou!

 


 Meu sábado começou com uma tragédia de três dígitos na balança! Quase tive um infarto, um AVC e precisei recorrer aos santos de minha devoção! Decidi fechar a boca, fazer dieta e recuperar a dignidade perdida entre uma garfada e outra! Mas a promessa durou poucas horas! Afinal, sou um homem de palavra, desde que ela não envolva comida! E a minha balança, coitada, já deve estar procurando um psiquiatra!


 Depois, fui exercer minhas funções de tio exemplar! Busquei os sobrinhos, preparei uma bela à la minuta para mim e para o Rodolfo e ainda assumi o cargo de babá da Léia! Enquanto uns passeavam, outros descansavam e aproveitavam o sábado, eu fiquei responsável pela integrante de quatro patas da família! E não pensem que foi moleza! A tarde foi dedicada aos passeios, com direito a muitos xixis, cocôs e uma quantidade de saquinhos que prefiro nem contabilizar! A Léia fez questão de deixar sua contribuição por onde passamos! Uma verdadeira distribuição de lembrancinhas pela cidade!


 Chegamos em casa ao cair da noite, exaustos, mas felizes! Hora do jantar! Para mim, um cachorro-quente, porque a dieta já tinha ido para o espaço mesmo! Para a Léia, uma deliciosa ração molhadinha! Depois, devidamente alimentados, nos acomodamos para assistir a dois romances nos streamings, que logo conto e avalio para vocês! Confesso que, depois de tantos exercícios, merecíamos um pouco de descanso! Principalmente eu, que já estava quase precisando de uma cadeira de rodas!

 

 Mas faltou contar um pequeno detalhe! Durante nossos passeios, também compramos e tomamos sorvetes! Sim, no plural! Afinal, caminhar dá fome, sorvete refresca e ninguém é de ferro! Resultado? O sábado terminou com chave de ouro, algumas gramas a mais e a consciência tão pesada quanto a barriga! Mas quer saber? Estamos acima do peso e felizes! Pelo menos hoje! Amanhã, quando eu subir novamente na balança, ela vai me dar os pêsames e eu vou começar outra dieta! Ou não! Afinal, domingo também é dia de descanso, inclusive para a força de vontade!

 J.K. – 17.10.26

A saga do sábado continua!

 



 Pois é, minha dieta durou algumas horas! Poucas, confesso! No almoço, preparei para mim e meu sobrinho uma bela ala minuta de frango! Tudo sem óleo, é claro, porque sou um homem preocupado com a saúde! Risos... Arroz e ovos preparados no fogão, enquanto as batatas e o frango à milanesa, empanado e recheado, foram para a air fryer! Uma refeição praticamente de spa! Para ajudar na digestão, um bom café passado na hora! Aliás, café, Coca-Cola e chocolates são três dos meus vícios! E não estou disposto a procurar tratamento para nenhum deles!


Depois do almoço, Rodolfo e Juli foram para uma tarde de autógrafos na Feira do Livro, enquanto eu e a Léia ficamos em casa! Entre correr atrás de uma bolinha e outra, assistimos ao filme Velha Louca, com a maravilhosa Carmen Maura! E, falando em loucura, levei mais um cano! Desta vez, do Daniel, um amigo faz-tudo que ficou de montar uma mesa e desmontar outra! Foi o segundo toco que levei somente nesta semana! Estou começando a achar que tenho mais sucesso sendo ignorado do que atendido!

 

Ainda durante a tarde, fui ao Apolo comprar frios, pão, leite e refrigerante para o café da manhã da turma amanhã! Deixei a Léia sozinha e, como uma verdadeira mocinha, ela se comportou muito bem! Não quebrou nada, não bagunçou a casa e nem convidou os cachorros da vizinhança para uma festa! Só os vizinhos que reclamaram dos latidos! Ora, bolas! Queriam o quê? Que ela cantasse uma ária de ópera, assoviasse ou recitasse Camões? Cachorro late, gato mia e vizinho reclama! Cada um com seu talento! E, aqui entre nós, continuo achando que quem não gosta de animais, bom sujeito não é!


E assim segue meu sábado! A dieta já foi para o espaço, o montador continua desaparecido, a Léia está sob investigação dos vizinhos e eu sigo firme, forte e alimentado! Pelo menos, por enquanto, nenhum eletrodoméstico resolveu estragar! Mas ainda temos algumas horas pela frente! Socorro!


Continua...

J.K. 17.10.26

sábado, 17 de outubro de 2026

Eu, a balança e a gaita de oito baixos!

 


 Será que meu corpo pensa que é uma sanfona? Ou melhor, uma gaita de oito baixos? Pois é, porque emagrece, engorda, encolhe, estica e parece não se decidir! Essa história de subir e descer da balança está acabando comigo e, principalmente, com meu bom humor!


 Hoje, para ser sincero, quando fui me pesar, apareceram três dígitos! TRÊS! Quase enfartei, tive um AVC e pedi socorro aos santos de minha devoção! Só faltou a balança me dar os pêsames! Então, nessa eterna guerra contra a gordura, pela milésima vez, resolvi fechar a boca antes de apelar para as famosas canetas emagrecedoras!

 

 Comecei o sábado com uma xícara de café com leite, seguida de outra de café preto e um bom chimarrão, tudo ao som de Maria Rita! Aliás, adoro a voz dela, que tanto me lembra sua mãe, a inesquecível Elis Regina! Pelo menos o repertório musical continua de primeira, porque o meu peso já virou um verdadeiro "karaokê de horrores!

Para o café da manhã, preparei uma panqueca de aveia com dois ovos, feita com todo amor e uma tristeza profunda pela ausência de um pãozinho com manteiga! Enquanto isso, minha cabeça já estava no almoço. Afinal, como preparar comidinhas saborosas sem transformar cada refeição num atentado contra a dieta?

 

E, para ajudar, ainda tenho visitas neste final de semana! Justamente agora que resolvi virar um exemplo de alimentação saudável! Mas, cá entre nós, quem foi o infeliz que inventou de começar uma dieta num sábado, ainda por cima com visitas em casa?

 

Ah, fui eu mesmo! Pois é, J.K., agora te vira! E que Deus me dê forças, porque a carne é fraca, a barriga é grande e a geladeira está perigosamente perto recheada de muitas coisas saborosas!


Continua... se eu sobreviver ao sábado!

 

J.K. – 17.10.26

Pinky, Cérebro e JK vão conquistar o mundo!

 



 Sempre gostei de Pinky e Cérebro! Toda noite era a mesma história: um plano infalível para conquistar o mundo que, obviamente, acabava dando errado! Até que pensei: faltava o JK naquela equipe! Cérebro entraria com a inteligência, Pinky com a confusão e eu com a experiência de quem já fez tantos planos nesta vida que sabe muito bem que "infalível" é apenas uma palavra bonita antes de alguma coisa dar errado!

 

 Imagino nós três reunidos no laboratório! Cérebro desenhando mapas e calculando cada detalhe. Pinky apertando o botão errado e quase explodindo tudo! E eu no meio dos dois, de óculos, tomando um café e perguntando: "Mas vocês já pensaram em divulgar isso nas redes sociais?" Pronto! Em cinco minutos eu estaria responsável pela comunicação, pelas relações públicas e, provavelmente, tentando convencer Cérebro de que ninguém conquista o mundo sem uma boa campanha. Pinky seria meu assistente. Péssima ideia, eu sei!

 

 No fim da noite, naturalmente, nosso plano fracassaria! Cérebro ficaria furioso, Pinky daria risada e eu diria: "Deixa para amanhã!" Porque talvez conquistar o mundo seja exatamente isso: fazer planos absurdos, errar bastante, rir da própria desgraça e acordar no dia seguinte disposto a tentar tudo outra vez. E quando Cérebro perguntasse o que faríamos naquela noite, eu já teria a resposta: "A mesma coisa de sempre, meu querido! Mas hoje deixa o marketing comigo!"


J.K. 20.09.26

 

A tal hora do diabo!


  



 Confesso que nunca tinha dado muita importância para isso até acordar, certa madrugada, olhar para o relógio e ver 3:33. Depois fui pesquisar e descobri a famosa “hora do diabo”, uma crença popular que coloca entre três e quatro da manhã um período cercado de mistérios, espíritos e coisas nada agradáveis. O cinema ajudou bastante a transformar esse horário em algo assustador. E convenhamos: acordar sozinho, no silêncio da madrugada, e encontrar três números iguais no relógio mexe um pouquinho com a imaginação!


 Mas também descobri que não existe nada na Bíblia dizendo que 3:33 seja a hora do diabo, muito menos que algum portal se abra nesse momento. Há explicações sobre ciclos do sono e despertares naturais durante a madrugada. O resto pertence muito mais ao folclore, às crenças e às histórias que atravessaram gerações. Mesmo assim, sou daqueles que respeitam aquilo que não conseguem explicar. Não tenho medo, mas também não brinco com certas coisas!


 Então, se eu voltar a acordar às 3:33, já sei o que vou fazer! Em vez de procurar demônios pelos cantos do apartamento, vou fechar os olhos e rezar. Vou agradecer a Deus, pedir proteção à Nossa Senhora e fazer uma oração por minha família e por quem estiver precisando. Afinal, se existe uma maneira de transformar uma hora cercada de medo em alguns minutos de paz, prefiro preencher a madrugada com fé. E que o diabo procure outro horário!


J.K. – 20.09.29

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Quando o relógio marcou 3:33


 


Esta madrugada aconteceu algo curioso comigo! Acordei, olhei para o relógio e eram exatamente 3:33. Confesso que aquilo ficou na minha cabeça. Três números iguais, no silêncio da madrugada, quando tudo parece ganhar um significado diferente. Fiquei me perguntando se era apenas coincidência ou se aquele horário queria me dizer alguma coisa.


 Depois descobri que o 333, para algumas correntes espiritualistas e para a numerologia, está ligado à proteção, à espiritualidade e ao fortalecimento interior. Também descobri que não existe nenhuma comprovação de que 3:33 seja um portal ou algo que deva causar medo. E talvez nem seja preciso encontrar uma explicação para tudo. Algumas coincidências apenas nos fazem parar e olhar um pouco mais para dentro.


Então resolvi guardar o lado bonito daquele despertar. Se meus olhos abriram justamente às 3:33, aproveitei o silêncio para conversar com Deus. Fiz minha oração, agradeci pela minha vida, pela minha família e pedi proteção para quem amo. Pode ter sido apenas meu ciclo de sono me acordando. Pode ter sido coincidência. Mas, para mim, acabou virando alguns minutos de fé. E isso já foi significado suficiente!


J.K. – 20.09.26

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Cadê aquele J.K. dos dezoito?

 



 Às vezes lembro do J.K. dos dezoito anos e até dou risada! Eu tinha disposição para tudo! Virava noite, dançava, saía, voltava tarde e, no dia seguinte, estava inteiro outra vez. Não precisava pensar na coluna, no joelho, na pressão e muito menos calcular quantas horas teria para dormir. Naquela época, eu achava que aquela energia toda vinha comigo de fábrica e duraria para sempre.

 

 O problema é que o tempo passou e parece que algumas peças perderam a garantia! Continuo gostando de música, de festa, de uma boa conversa e ainda acredito que conseguiria encarar uma noite inteira de baile. A diferença é que hoje penso duas vezes antes de qualquer aventura. O J.K. dos dezoito fazia primeiro e pensava depois. O de agora pensa, repensa, olha o relógio e ainda pergunta se vai ter onde sentar!

 

 Mas não reclamo! Tenho saudade daquele guri cheio de energia, claro, mas gosto muito do homem que me tornei. Talvez eu não atravesse mais a madrugada como antigamente, mas continuo com vontade de viver, rir e aproveitar o que a vida ainda colocar pela frente. Os dezoito ficaram lá atrá!. A vontade, felizmente, continua aqui! Só precisa de uma pausa de vez em quando!


J.K. – 20.09.26