Todas as mulheres são bonitas! Todas! Cada uma à sua maneira, no seu tempo, no seu corpo, na sua história. A beleza feminina não mora em um padrão, mora na forma como cada mulher ocupa o mundo, como caminha, fala, sente e se sustenta. Algumas encantam pela delicadeza, outras pela força, outras pelo silêncio! E o mais bonito é que nenhuma beleza anula a outra — elas coexistem.
Dito isso, em tom
confessional e sem culpa, há mulheres que me encantam mais. Não porque sejam
melhores, mas porque despertam algo específico em mim. Adoro mulheres de
uniforme! Qualquer uniforme! Talvez seja um fetiche, talvez seja admiração,
talvez seja a mistura de postura, identidade e função. Uniformes contam
histórias, revelam rotinas, mostram que ali existe alguém que assume um papel
no mundo. E isso, para mim, é profundamente sedutor.
Também me seduz — e
muito — a inteligência. Sempre digo que inteligência é afrodisíaco! Nada se
compara à intimidade de uma boa conversa, à troca de ideias, ao riso que nasce
de uma frase bem colocada. Gosto de mulheres com quem se pode falar por horas,
dividir pensamentos, silêncios, afetos. Aquelas conversas que acontecem sem
pressa, depois do corpo descansar, com o calor ainda presente, e que fazem tudo
recomeçar de forma natural, quase inevitável.
E não, nunca me
atraíram corpos perfeitos ou moldados por exigências externas. O que me encanta
são corpos reais. Mulheres com curvas, com uma leve barriguinha, com lugares
onde se pode tocar, segurar, percorrer sem medo. Corpos que acolhem, que respondem
ao toque, que têm história. É bonito demais quando o corpo da mulher não pede
permissão para existir — ele simplesmente existe, e isso basta.
No fim, talvez o
que mais me encante seja isso: mulheres que não tentam caber, mas ocupam. Que
se reconhecem, se aceitam e seguem. Porque quando uma mulher se sente
confortável em quem é, ela não apenas é bonita — ela é inesquecível.
J.K – 24.01.26






