Me entristece perceber como ainda existem pessoas que escolhem ferir os outros sem necessidade. Às vezes não há motivo algum, apenas a vontade de machucar, de provar algo para alguém ou, quem sabe, para o próprio universo. É como se acreditassem ser donas da verdade, acima de qualquer consequência!
O que mais me causa espanto é que, muitas vezes,
são pessoas estudadas, religiosas, cheias de discurso bonito. Falam de fé, de
amor, de moral, mas praticam exatamente o oposto. Esquecem — ou fingem esquecer
— que a vida tem retorno, que tudo o que se lança um dia ao universo volta, cedo ou tarde!
No fundo, sinto que essas pessoas carregam uma
infelicidade silenciosa. Não estão bem consigo mesmas, nem em casa, nem no
trabalho, nem nos afetos. São cercadas de gente, mas raramente de amigos
verdadeiros. Muitos permanecem por perto apenas por necessidade, medo ou
conveniência, não por afeto genuíno.
A vida é curta demais para ser desperdiçada
derrubando os outros. Estamos aqui de passagem, aprendendo, tropeçando,
tentando fazer melhor. Não viemos para competir com o próximo, muito menos para
esmagá-lo, mas para estender a mão sempre que possível e seguir juntos,
crescendo!
Acredito profundamente que o bem sempre encontra
seu caminho. Pode até demorar, pode parecer silencioso, mas ele chega! A
maldade, por mais barulhenta que seja, não constrói nada sólido. Ela cansa,
esvazia e cobra seu preço.
Por isso, todos os dias faço minha oração. Peço a
Deus que ilumine essas pessoas, que toque seus corações e permita a mudança.
Não peço punição, peço consciência. Porque sigo acreditando, com toda certeza
do meu coração: o mal nunca vence o bem. Nunca! Amém!
J.K – 11.01.26

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