sábado, 14 de fevereiro de 2026

Entre um café e um quilômetro, eu sigo escrevendo meu próprio caminho

 Tem dias em que eu não sei se estou retornando para casa… ou se estou começando tudo outra vez. E, para ser sincero, talvez nem importe. O que importa é que eu sigo. Meio cansado às vezes, meio cheio de dúvidas… mas sigo.


Café na mão, cabeça acelerada e o coração tentando acompanhar. Ideias soltas, compromissos na agenda, quilômetros nas costas. E essa mania bonita de observar tudo — porque a vida fala baixo, mas ensina alto.


Meu trabalho nunca coube num crachá. Ele mora na estrada, nas conversas improvisadas, nos abraços rápidos, nas histórias que me atravessam. Eu escuto, sinto, guardo… e depois transformo tudo em palavra. Palavra que acolhe. Palavra que conecta. Palavra que fica.


Tem dias difíceis? Tem! Tem cansaço? Muito! Mas também tem aquela sensação silenciosa de missão cumprida quando o sol começa a se despedir. E ali, naquele fim de tarde, eu lembro: eu escolhi esse caminho.


E se a vida é uma viagem, eu não quero ser passageiro. Eu quero ser quem caminha — mesmo quando o sol está se pondo.


J.K - 14.02.26





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