Depois de muito quebrar a cabeça, olhar pro teto, pro celular e pro nada absoluto, finalmente cheguei a uma conclusão sobre o mistério do Grupo. Quem diria, eu ali, atacando de detetive, me sentindo praticamente um personagem dos romances policiais da Agatha Christie… só que sem o glamour, sem o cachimbo e com café frio ao lado.
Analisei tudo com muito critério (leia-se: curiosidade exagerada). Cada detalhe importava. Cada silêncio suspeito também. Mas foi então que o universo resolveu me dar a pista definitiva: a vestimenta. Um pijama xadrez. Sim, senhoras e senhores, um pijama xadrez em pleno verão! Aquilo não era apenas roupa de dormir, era uma confissão involuntária.
Imediatamente minha mente começou a trabalhar mais rápido que Wi-Fi liberado. Quem, em são consciência, usaria um pijama xadrez com esse calor? Só podia ser alguém que ama xadrez. Ama de verdade. Daqueles que respiram xadrez, pensam em xadrez… embora, confesso, o gosto tenha dado uma leve guinada nos últimos dias. Suspeitíssimo!
Como bom investigador de sofá, fui a campo. Conversei com colegas, levantei hipóteses, cruzei informações, fiz cara de quem sabia mais do que realmente sabia. E, incrivelmente, todos chegamos à mesma conclusão. Sem sombra de dúvidas. Foi quase um momento solene… se não fosse completamente ridículo.
Mistério desvendado! Não houve prisões, nem sirenes, nem manchetes nos jornais. Só risadas, imaginação correndo solta e aquela sensação deliciosa de ter resolvido um caso que só existia mesmo para a gente se divertir. Porque no fim das contas, às vezes o maior crime é levar a vida a sério demais — e esse, definitivamente, não é o nosso caso! 😌😂
J.K - 14.01.26

Só você mesmo! Adorei o texto. Sill Zasso
ResponderExcluirMuito obrigado Sill! Eu estou sempre tentando criar textos que façam as pessoas sorrir. Você é uma leitora incrível!
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