domingo, 4 de janeiro de 2026

Amor e ódio: uma dança eterna

   Nós somos como fogo e gelo, dois elementos que parecem não combinar, mas que, no entanto, se atraem com uma força inexplicável. Brigamos feito cão e gato, com palavras que cortam como facas e olhares que matam. Mas, por mais que tentemos negar, no fundo sabemos que não podemos viver um sem o outro. É uma conexão estranha, mas é real.

 

Nossas vidas são como dois caminhos paralelos que nunca se cruzam, mas que, de vez em quando, se encontram em um cruzamento inesperado. Temos nossas próprias famílias, nossos próprios amigos, mas sempre que possível, um elo nos une. É como se fôssemos dois ímãs que se atraem, apesar da distância e das diferenças. E, quando estamos juntos, é como se o tempo parasse e nada mais importasse.

 

Nós juramos amor eterno, mas também somos capazes de dizer as piores coisas um ao outro. Em um momento, estamos nos beijando e, no outro, estamos nos xingando. É uma dança louca, mas é a nossa dança. E, apesar de tudo, sabemos que um não vive sem o outro. Sentimos a falta um do outro, mesmo quando estamos tentando convencer a nós mesmos de que não precisamos disso.

 

A verdade é que somos dois lados da mesma moeda, dois opostos que se complementam. E, por mais que tentemos lutar contra isso, sabemos que nosso amor é mais forte do que qualquer ódio ou raiva. É um amor que nos consome, que nos destrói e nos reconstrói. É um amor que não faz sentido, mas é o nosso sentido. E, por isso, vamos continuar dançando essa dança louca, juntos, para sempre.

 

J.K – 10.12.25




 

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