Leitores amigos, baixou o capeta em mim no último dia do feriado prolongado de ano novo! Acordei com aquele humor levemente sarcástico e fui direto para os stories — erro clássico. O algoritmo parecia patrocinado pela farofa nacional. Tanta toalha estendida na areia, tanta caixa térmica aberta, que juro: a internet deu pane por excesso de espetinho! 🌭📱
E que democracia linda, convenhamos! Rico, pobre,
classe média… todo mundo unido pela mesma missão: sobreviver aos preços
abusivos da praia. Lá estavam os salsichões, as carnes em cubinhos, o cooler
fiel escudeiro recheado de cerveja e refri. Levar tudo de casa não é economia:
é estratégia de guerra! 🧊🍻
O melhor — e aqui falo com propriedade — é que
quase todo mundo, inclusive eu, entrou no ano com um carinho extra na cintura.
Maiôs e biquínis estavam bem recheados, fartos, felizes até. A praia virou um
abraço coletivo de autoestima possível, daquele tipo “vamos assim mesmo”! 😅
Agora, confesso: gargalhei com as poses “sexys” que
algumas gurias tentaram em frente ao mar. Tentaram. Porque a maioria parecia
disputar quem fazia a melhor cara de cólica ou dor de barriga estratégica. Nada
contra: é o corpo pedindo sombra, água fresca e um pastel de camarão! 😂
Resumo do último dia do feriadão: farofa, cooler,
pose torta, barriga feliz e zero culpa. Porque o ano só começa quando a areia
sai do pé — e, até lá, a gente ri de si mesmo e segue! 😎🌊
J.K - 04.01.26

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