Tudo começou de um jeito simples, quase despretensioso! Uma conversa nas redes sociais sobre pizza, dessas artesanais, bem recheadas, feitas com capricho e coragem de quem empreende. Ela falava das massas que cresciam no tempo certo, dos molhos preparados com paciência, das encomendas saindo quentinhas para entrega. Entre uma foto e outra, eu já estava imaginando o cheiro invadindo a cozinha, o queijo derretendo, a borda crocante. Confesso: fiquei curioso! Não era só fome! Era vontade de experimentar algo que parecia feito com afeto.
A conversa foi ganhando tempero! Saímos do cardápio e fomos para a
vida! Ela comentou que, no dia seguinte, sairia para pedalar e também para
entregar algumas encomendas com um amigo de quem gostava muito. Falava com
leveza, como quem equilibra trabalho e prazer na mesma cesta da bicicleta. Eu
achei bonito! Essa capacidade de misturar responsabilidades com liberdade. E
ali, no meio da troca, percebi que já não era só sobre comida! Era sobre
conexão!
No dia seguinte, migramos para o WhatsApp! A conversa deslizou
para um assunto que sempre me ganha: pets. Ela falava deles com brilho nas
palavras! Eu também! Concordamos que não são “apenas animais”. são parte da
família! Exigem cuidado, presença e carinho. São como crianças que dependem da
nossa proteção e da nossa paciência diária. E eu gosto de gente que entende
isso! Que sabe que amar também é responsabilidade.
Mas o que realmente me pegou de surpresa foram os nomes dos
bichinhos. Nomes que ecoam histórias antigas, cheias de deuses, luz e lua.
Filhos de Zeus com Leto. Justamente eu, que sempre me encantei com a mitologia
grega, me vi sorrindo diante daquela coincidência quase simbólica. Não era só
afinidade, era um pequeno sinal de sintonia inesperada.
A conversa estava
boa, fluía leve, curiosa, cheia de possibilidades. E então, como às vezes
acontece, ela simplesmente silenciou! Sem despedida dramática, sem ponto final
declarado. Ficou um espaço em branco! E eu fiquei com aquele gosto estranho, não
de pizza dessa vez, mas de “quero mais”! De curiosidade que não foi saciada, de
história que talvez esteja só começando ou talvez tenha sido apenas um capítulo
breve. Ainda assim, fui dormir com um pensamento discreto e teimoso: que no dia
seguinte o celular voltasse a vibrar, que a conversa retomasse de onde parou, e
que entre receitas, pedais, pets e mitologia, a gente escrevesse mais algumas
linhas dessa conexão inesperada que, do nada, começou a fazer sentido.
J.K – 15.02.26

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