Passei boa parte da vida tentando entender quem eu sou! Descobri que não sou o mais forte, o mais inteligente ou o mais corajoso. Sou apenas alguém que sente saudade, alegria, medo, gratidão e amor. Às vezes tudo no mesmo dia! E foi escrevendo que encontrei um jeito de organizar essa bagunça que mora dentro de mim.
Não coleciono multidões! Prefiro uma mesa com poucas pessoas, uma boa conversa, um abraço sincero e a certeza de que alguém ficou porque quis ficar. Já amei, já perdi, já me decepcionei e também decepcionei! Carrego minhas cicatrizes sem vergonha, porque cada uma delas me ensinou alguma coisa. Se hoje sou um homem mais tranquilo, não é porque a vida ficou mais fácil! É porque aprendi a enxergar valor nas coisas simples.
No fim das contas, eu só quero continuar sendo isso: alguém que tenta fazer o bem, que acredita nas pessoas, que ainda se emociona com um gesto de carinho, com um raio de sol iluminando uma capelinha ou com uma mensagem inesperada de um amigo. Se um dia lembrarem de mim, espero que não seja pelo que eu tive, mas pelo carinho que deixei em cada coração que cruzou o meu caminho.

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