sábado, 11 de julho de 2026

Pânico 7 e a prova de que alguns clássicos nunca morrem!


Sempre que estreia um novo Pânico, eu viro aquele adolescente dos anos 90 outra vez. Não importa a idade, a barba mais branca ou a dor nas costas. Basta aparecer a máscara do Ghostface e lá estou eu, tentando descobrir quem é o assassino antes de todo mundo! Claro que nunca acerto! E, sinceramente, acho que essa é uma das graças da franquia. Desta vez, sentei para assistir com um pé atrás, principalmente depois de toda a confusão que aconteceu nos bastidores. Mas bastaram alguns minutos para eu lembrar por que gosto tanto dessa saga.

Ver Sidney Prescott novamente no centro da história foi como reencontrar uma velha amiga que não aparecia havia muito tempo! O filme tem problemas? Tem, e não são poucos! Algumas decisões do roteiro pedem que a gente desligue um pouco a lógica e ligue a nostalgia. Em certos momentos pensei: "Ah, vocês forçaram a barra!". Mesmo assim, eu estava me divertindo! Ri das referências, desconfiei de praticamente todo o elenco e, como sempre acontece, errei feio quando tentei adivinhar quem estava por trás da máscara. Pelo visto, continuo sendo um ótimo RP e um péssimo detetive!

Pânico 7 (2026) não supera os clássicos, nem tenta reinventar a franquia. O que ele faz é muito mais importante: lembra por que a gente se apaixonou por ela lá em 1996. Saí da frente da telinha feliz! Feliz por rever personagens que marcaram uma geração, por sentir novamente aquela tensão gostosa e por descobrir que algumas paixões simplesmente não envelhecem. Assim como Ghostface, elas sempre encontram um jeito de voltar. E quer saber? Que bom que voltam!

J.K. - 11.07.26





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