Quem conhece o
Jean, popularmente chamado de J.K, sabe que ele sempre teve um jeitão pra lá de distraído, desligado! Mas agora, aos sessenta, a situação parece ter saído completamente
do controle! O homem simplesmente entrou numa fase em que esquecer as coisas
virou praticamente um esporte olímpico. E o pior: ele ainda acha graça da
própria confusão que faz ou causa.
Outro dia, por
exemplo, J.K entrou em um cômodo da casa e ficou parado no meio da peça
olhando para todos os lados, tentando lembrar o que tinha ido fazer ali.
Minutos depois, descobriu que estava procurando o celular. O detalhe é que o
aparelho estava na mão dele o tempo inteiro. E ainda reclamou do telefone por “não
colaborar”! Ninguém merece!
A cabeça do J.K anda tão acelerada e perdida ao mesmo tempo que qualquer conversa com ele pode
terminar em assuntos completamente aleatórios. Ele começa falando sobre
trabalho, muda para promoção de supermercado, passa por novela antiga e termina
comentando alguma receita que viu na internet! A concentração dele atualmente
dura menos que bateria de celular velho.
Mas existe uma
verdade que ninguém pode negar: essa fase “fora da casinha” deixou J.K ainda
mais engraçado, leve e espontâneo. Aos sessenta, ele parece ter entendido que
não precisa mais viver tentando parecer perfeito ou sério o tempo todo! Se
esquece um compromisso, ele dá risada! Se repete história, conta de novo com
ainda mais emoção! E quem convive com ele já aprendeu que isso faz parte do
personagem.
No fundo, talvez
exista uma liberdade bonita nessa maluquice toda! Porque J.K continua sendo
aquele cara querido, divertido, humano e cheio de histórias, apenas um pouco
mais distraído que antigamente. Ou bastante! Dependendo do dia, até ele esquece
o nível da própria confusão.
J.K – 11.05.26

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