Um fato marcante da minha vida aconteceu durante a faculdade, quando aluguei um apartamento na Rua 24 de Maio, no Centro Histórico de Porto Alegre. Eu morava sozinho, ou assim pensava, pois estranhos eventos começaram a ocorrer no local.
Certo dia, esqueci a chaleira com água ligada e, ao chegar em casa, encontrei um bilhete do Corpo de Bombeiros informando que haviam arrombado a porta para evitar um incêndio. Para minha surpresa, a porta havia sido consertada e a cozinha estava limpa e organizada.
No entanto, foi durante uma noite de sábado, quando eu e meus amigos estávamos jogando o "jogo do copo" para tentar se comunicar com os mortos, que as coisas começaram a ficar realmente estranhas. O copo saiu voando e se espatifou na parede, deixando todos nós assustados e mudos.
Mas foi quando comecei a brincar com a luz do quarto, dizendo "Pluft, liga a luz" e "Pluft, apaga a luz", que as coisas ficaram inexplicáveis. A luz ligava e desligava conforme eu pedia, e isso não parecia ser coincidência.
Depois de contar o que estava acontecendo para uma amiga, ela sugeriu que era apenas efeito da bebida e outras coisas, mas quando pedi ao Pluft que a luz se apagasse, ela realmente apagou. Ficamos assustados e decidimos investigar mais.
Quando descobrimos que o apartamento tinha um passado sombrio, com uma história de uma criança que havia sido morta pela mãe e o corpo encontrado meses depois, as coisas começaram a fazer sentido. Mas, segundo minha mãe, o Pluft era um anjo, um espírito de luz que estava ali para cuidar e proteger a casa.
Depois de uma benção feita por um padre, os eventos paranormais cessaram, e o Pluft finalmente encontrou o merecido descanso. Essa experiência foi marcante e me fez refletir sobre o desconhecido e o inexplicável. - JK
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