domingo, 14 de dezembro de 2025

Caxias do Sul e os caminhos quem me levam a ti

  chegando aquela época em que o ar parece ganhar perfume de festa e promessa. As luzes piscam diferente, a gente respira mais fundo e o coração, teimoso, começa a bater no ritmo das esperanças novas. É tempo de erguer taças, soltar rolhas e deixar que as estrelas – as do céu e as das garrafas – nos lembrem que a vida ainda sabe surpreender. Confesso: não sou exatamente fã de espumantes, mas adoro a sensação das bolhas fazendo cócegas na garganta, como se a bebida cochichasse segredos de alegria, sucesso e prazer.


Só que, pra mim, essa temporada vai além dos rituais de Natal e Réveillon. Porque a verdade, talvez você não saiba, é que eu não quero só duas datas contigo. Quero dias inteiros, semanas inteiras. Quero aquela rotina bonita que se constrói devagar, onde até o silêncio vira companheiro. Quero caminhar ao teu lado pelas ruas de Caxias do Sul como quem redescobre a própria história — cada esquina um suspiro, cada avenida um sorriso que a gente ainda não deu.


Imagino nós dois entrando em todas as livrarias da cidade, folheando livros como quem folheia futuros possíveis. E depois, claro, experimentando cada café, um por um, até eleger o nosso preferido — aquele onde o garçom nos reconheceria pelo brilho no olhar. Caxias tem esse dom: abraça devagar, mas quando acolhe, não solta mais. E eu queria te mostrar isso, queria ver teus olhos descobrindo aquilo que sempre fez o meu peito ficar em casa.


Quero dividir contigo nossa herança italiana, a fartura da mesa, o cheiro do pão quente, o vinho que esquenta até a alma. Quero te convidar pra dançar a Tarantela, mesmo que eu erre os passos e acabe rindo de mim mesmo. Porque, no fundo, o que eu quero mesmo é que você sinta o que eu sinto: essa paixão mansa e profunda por Caxias do Sul — e, quem sabe, uma por mim também.

 

JK – 22.11.25




sábado, 13 de dezembro de 2025

Caxias do Sul, amor em festa

 Quando as estrelas começam a brilhar no céu e as rolhas das garrafas de champanhe estouram, eu sinto que o mundo está prestes a explodir de alegria. É como se a própria vida estivesse nos convidando a celebrar a magia do Natal e a chegada do novo ano. E eu não consigo pensar em uma maneira mais perfeita de vivenciar essa magia do que ao seu lado. Quero sentir o friozinho da noite, o gosto do vinho quente e a doçura do panettone, tudo isso enquanto caminhamos pelas ruas encantadas de Caxias do Sul.

 

Mas não é apenas a festa que me atrai. É a cidade em si, com sua herança italiana que me faz sentir como se estivesse em uma pequena Itália, com sua gastronomia farta que me faz salivar só de pensar. Quero levar você às minhas livrarias favoritas, onde possamos nos perder entre prateleiras de livros e sonhos. Quero sentar com você em um café aconchegante e conversar sobre tudo e nada. Quero mostrar a você a beleza da cidade, desde as avenidas arborizadas até os becos mais escondidos.

 

Caxias do Sul é uma cidade que me faz sentir vivo, que me faz querer dançar a "Tarantela" pelas ruas e cantar com toda a força do meu coração. E eu quero compartilhar isso com você. Quero ver o brilho em seus olhos quando você descobrir a cidade, quero ouvir sua risada quando você provar o primeiro gole de um bom vinho. Quero ser o seu guia, o seu companheiro de aventuras, e quem sabe, talvez algo mais.

 

Então, vamos fazer desse Natal e Réveillon um momento inesquecível? Vamos criar memórias juntos, memórias que possamos guardar para sempre. Quero te mostrar por que sou apaixonado por Caxias do Sul e fazer você se apaixonar também pela cidade, e quem sabe, por mim.

 

21.11.25 – JK






sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Um ano melhor à frente

 É impressionante como alguns empresários, gerentes e consultores ainda parecem viver em um mundo paralelo, perguntando sobre vendas como se estivéssemos em um cenário de crescimento econômico. Mas a realidade é outra. O país enfrenta uma grande crise financeira, agravada por uma intempérie climática que parece não ter fim. É como se o tempo tivesse enlouquecido.


Diante desse cenário, resta-nos apenas ter esperança. Esperança de que o ano que vem traga mudanças positivas, de que nossos futuros líderes políticos assumam suas responsabilidades e pensem no bem-estar do povo, e não apenas nos interesses próprios ou de seus partidos.


É hora de deixar de lado as promessas vazias e as ações que beneficiam apenas uma minoria. Precisamos de políticos que tenham coragem de tomar decisões difíceis, que priorizem o desenvolvimento sustentável e a justiça social. Só assim poderemos começar a construir um futuro melhor para todos.


Que o ano que vem seja um período de renovação e mudança. Que nossos líderes encontrem a força e a sabedoria para liderar o país em direção a um futuro mais próspero e justo. É hora de acreditar que tudo vai melhorar.


JK - 12.12.25







Quando a esperança insiste em ficar

 Às vezes eu me pego ouvindo perguntas que parecem vir de outro planeta. Empresários, gerentes, consultores questionando por que as vendas estão baixas, como se não estivéssemos todos vivendo a mesma realidade. Dá quase vontade de perguntar em qual país eles estão morando, porque aqui, no nosso chão, a crise financeira apertou de verdade — e, para completar, o clima resolveu brincar com a gente. Tempestades, calor absurdo, frio fora de hora… Deu a louca no tempo, e nós ali, tentando seguir.


Mesmo assim, existe algo dentro de mim que não desiste. Uma faísca que insiste em brilhar, dizendo baixinho que essa fase não é eterna. Que, apesar do caos, há um amanhã sendo construído, e que cada dia difícil que atravessamos também nos ensina a ser mais fortes, mais atentos, mais humanos.


E é por isso que deposito tanta expectativa no ano que vem. Que os novos líderes que assumirão suas cadeiras tenham a sensibilidade que faltou a tantos. Que olhem para o país não como máquina de poder, mas como um corpo vivo que sente, sofre, trabalha, sangra e precisa respirar melhor. Que entendam que legislar não é proteger partidos ou interesses privados — é cuidar de gente.


No fim das contas, o que nos resta é essa crença quase teimosa de que tudo vai melhorar. E talvez seja justamente ela que nos mantém de pé. Seguimos com esperança, porque desistir nunca fez parte da nossa história — e porque o Brasil merece, urgentemente, um futuro mais digno que o presente que estamos enfrentando.


JK - 12.12.25






quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Uma reflexão sobre o tempo!

 Com quase 60 anos, eu sinto que o tempo está me alcançando. É como se ele estivesse me dizendo que é hora de parar e refletir sobre a vida. Eu olho para trás e vejo todos os momentos que passei, os amores que vivi, as perdas que sofri. E eu me pergunto, o que resta de tudo isso?

 

O tempo é um mestre cruel, ele nos ensina que tudo é passageiro. Ele nos faz sentir que somos insignificantes diante da vastidão do universo. Mas, ao mesmo tempo, ele nos dá a oportunidade de viver, de amar, de criar. É um paradoxo que eu não entendo completamente, mas que eu sinto profundamente.

 

Eu sinto que o tempo está sempre em movimento, sempre mudando. E eu, por outro lado, estou aqui, tentando encontrar meu lugar no mundo. Eu tento segurar os momentos, mas eles escapam por entre os meus dedos. É como se o tempo estivesse me dizendo que eu não posso parar, que eu preciso seguir em frente.

 

Mas, apesar de tudo, eu não me arrependo de ter vivido. Eu não me arrependo de ter amado, de ter sofrido, de ter criado. Porque, no fim, é isso que nos torna humanos. E eu estou grato por ter tido a oportunidade de experimentar tudo isso.

 

JK – 21.11.25

 



quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

O fim do jogo

 Sim, este texto não é uma indireta, é uma direta para você. Ao lê-lo, você entenderá exatamente o que estou dizendo. Não haverá espaço para dúvidas.

 

Estou apenas fazendo o que você me pediu várias vezes: não te excluí. Você, por outro lado, sabe muito bem como me excluir e depois voltar atrás, pedindo para sermos amigos novamente. Eu até te adicionei de volta, mas agora não vou mais responder ou adicionar você novamente.

 

Prometi me calar e estou mantendo minha palavra, mesmo que isso signifique apenas ler e deletar suas mensagens. Se você quiser me excluir ou bloquear, sinta-se à vontade. Não entendo o que te impede de fazer isso, especialmente quando você vive me ameaçando com isso.

 

Você muda de opinião mais rápido do que troca de roupa. Um dia diz que me ama, no outro quer que eu suma, discute e tem ataques de fúria. Você prometeu muitas coisas, mas nada mudou – na verdade, piorou. E, entre nós, você não vai mudar nunca.

 

Acho que ambos precisamos de um tempo para refletir sobre o que queremos e como queremos ser tratados. Já é hora de parar com esse jogo. Desejo tudo de bom para você e espero que encontre o que procura.

 

20.11.25 - JK






 

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

O fim de um ciclo!

 2025 não foi um ano fácil, especialmente para quem trabalha no comércio. O clima não ajudou e a crise econômica – que parece que ninguém quer comentar, principalmente os políticos – teve sua contribuição maior. Resultado: poucas vendas, muitas cobranças e muito estresse. Eu mesmo estou me sentindo exausto, sem forças e com pouca paciência.

 

Estou contando os dias para o ano terminar, para entrar em férias sem saber se quero voltar ou não. É como se eu estivesse me sentindo perecível, que é hora de encerrar mais um ciclo e recomeçar outro. Acho que é hora de parar e refletir sobre o que realmente importa, e se estou fazendo o que é melhor para mim.

 

As pessoas estão cada vez mais exigentes e esquecem que educação é fundamental e que tudo na vida tem um limite. Acham que podem tudo, só sabem pedir e retribuir que é bom, raramente. É como se tivessem perdido a noção do que é certo e errado, e acham que os outros estão sempre à disposição delas. Isso é algo que me incomoda profundamente.

 

Eu não sou obrigado a fazer multitarefas que não são minhas. Faço por coleguismo, amizade, mas não abusem, por favor. É hora de estabelecer limites e priorizar o que realmente importa. Quero ser tratado com respeito e educação, e espero o mesmo em troca.

 

JK – 21.11.25