Sábado, como por milagre a água voltou. Desesperado, lavei a louça que estava na pia e corri para o chuveiro. Logo em seguida aproveitei para tomar banho e terminar de limpar o apartamento. Nestas horas percebo como a água faz falta, assim como a luz.
Enquanto descanso após a manhã estressante, escuto música e tomo um cafezinho preto passado na hora. E por mais estranho que possa soar, gosto de café passado, de preferência no coador de pano, mas no de papel também fica bom. Já no de plástico, parece que o gosto muda. Já o expresso, por incrível que pareça, não sou fã. Também não gosto de café com acompanhamento, prefiro puro e sem açúcar, pelando de quente.
Navego pela internet e, nas redes sociais, começo a teclar com Flávia, uma cinquentona sábia, que me fascinou com sua conversa. Teclamos por mais de duas horas, trocamos contato e já nos falamos no Whats. Próximo passo é conhecer e ver no que vai dar.
E por mais
estranho que pareça, não me acho bonito, atraente. Me acho feio, comum, além de
ser gordinho, mas de uma coisa tenho certeza: sou tri simpático e comunicativo.
E vou mais: sou super inseguro, embora esteja lidando melhor com isso. Vamos
ver se consigo e até onde este sábado, que começou enjoado, vai terminar. - JK

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