sábado, 8 de julho de 2023

A sorrir, eu vou levando a vida!

 Acredito que nasci sorrindo ao invés de chorando! E, se não nasci, pelo menos fiz os médicos e minha mãe sorrirem naquele instante, pois, segundo Helena Horácia (HH), eu já nasci fazendo arte, ou seja: fiz xixi no médico e enfermeiras. Dei um banho em todos! Sendo eu, não podia ser diferente!


E cá entre nós, meu sorriso é minha marca registrada! Quem me conhece sabe que, quase sempre, estou de bem com a vida, rindo e fazendo piadas de tudo, até de mim mesmo! O tempo até pode fechar, dou umas resmungadas, desabafo e logo já fiz as pazes com a vida. Ouso dizer que meu sorriso teima em permanecer comigo!

Trago comigo sempre frases de “Bom dia”, “Boa tarde” e “Boa Noite” para todos, independente de responderem ou não. Acredito que: quando você deseja algo bom para seu semelhante este retorna para você ainda mais forte. Tenho certeza que aqui esta o segredo da minha felicidade e alegria. Entendo que o universo retribui tudo o que planta, emana ou deseja.

Alguns implicam com meu sorriso, com minha alegria, mas não posso fazer nada se a alma deles é pequena, apenas lamentar e esperar que encontrem a felicidade também. Sim, não desejo mal pra quase ninguém, apenas mando alguns para aquele lugar. Não faz parte da minha natureza guardar rancores, ainda bem! Quando partir não vou levar nada, absolutamente nada além da minha boa energia.

Sim, eu adoro dar risadas. E, destaco: a parte mais bonito de um corpo é a curva dos lábios quando alguém sorri. Você pode ter um corpo perfeito, mas se não tiver um lindo sorriso estampado no rosto, parte do encanto desaparece. Sem contar que sorrir espanta a tristeza, alegra a vida de quem sorri e de quem recebe um sorriso.

Então, em época de pandemia, mesmo de máscara, sorria mais, sorria em dobro. Vamos tornar estes dias cinzas em dias luminosos, de sol, mesmo diante de tantas dificuldades que estamos passando. Sei que não esta sendo fácil para ninguém, mas tudo vai passar. Acreditar é preciso! – Jk

Sou estranho, muito estranho!

 Sim, sou difícil, estranho, confesso! Adoro amores exagerados, sofridos, os meus amores! E, ao contrário de muitos, não sou superficial, sou intenso e não sou para qualquer uma.


Sim, me apaixono fácil e me desapego mais fácil ainda se você não corresponder as minhas expectativas, que são muitas. Prometo tentar corresponder as suas, sempre! E, se eu errar, me puxe à orelha, perdoe e diga que me ama e a discussão acaba. Sei reconhecer quando estou errado e pedir desculpas e espero o mesmo de você. Eu Te perdoo e vc me perdoa, simples assim! Pra que discutir, desperdiçar um relacionamento por bobagens?

Sim, namorar comigo não é fácil! Gosto de juras, bilhetes, gentilezas e ser surpreendido, pois é dando que se recebe. Me leve, na medida do possível, ao cinema, ao teatro, a shows e a uma livraria. Me convite para viajar e conhecer lugares ou, simplesmente, para dar uma volta na quadra do meu bairro. E, principalmente, me alimente, SEMPRE, seja no meu restaurante que você ama ou um saboroso fast-food Tá valendo um cachorro-quente na esquina, um jantar ou almoço em casa preparado por você.

Sim, posso fazer de você minha Rainha se você me fizer seu Rei. E, grude em mim feito chiclete, mas quando eu quiser ficar sozinho, respeite e me dê e respeite a liberdade de ficar a só comigo.

Sim, não me acho bonito, mas, devido a minha simpatia, me torno. E, não esqueça: tenho o péssimo hábito de sorrir quando todos estão tristes! E, de rir muito! Sou dono de um bom humor invejável, mas, por outro lado, não queria me ver brabo. Melhor você ver o “diabo” na tua frente do que me tirar do sério!

E, me deixe me perder, constantemente em seu corpo até ficarmos exaustos. Me deixe ser o seu objeto de uso pessoal, usando e abusando. Quero ser o seu melhor brinquedo e acessório! E, não tenha vergonha, jamais de ser corpo, seja ele como for, pois vou te achar perfeita do jeito que você é!


Sim, venha se perder comigo pelas ruas, becos e esquinas. Deixa eu sentir você em meu coração e sinta o meu! Conversados? 

Anjo avesso!

 Dei e ainda dou muito trabalho ao meu anjo da guarda, confesso! Quando criança eu era a encarnação do capeta e, na época da faculdade, medonho!

Imaginem um rapaz do interior deslumbrando ao desembarcar na capital gaúcha. Suas selvas de concreto, sua gente bonita, sua hospitalidade e sua noite encantadora, recheada de tribos diversas.

Lembro que trabalhava no Unibanco de segunda a sexta, das 9h às 18h, fazia faculdade em São Leopoldo, na Unisinos e ainda tinha tempo para conhecer a noite porto-alegrense. Saía quase que diariamente. Barzinho, boates, tudo me fascinava. Ocidente, Porto de Elis, Cord, Bere Ballare, entre outras casas noturnas. Lá dançava sozinho em frente ao paredão de espelhos, acompanhado ou em grupo. O importante era me divertir, extravasar.

Recordo que tomava todas e mais algumas. A saideira era eterna. Em determinado período cheguei a pensar que era alcoólatra, pois bebia tudo que fosse líquido do chimarrão com velho barreiro aos destilados mais fortes. O importante era beber até cair. O problema era o dia seguinte. Eu era viciado em aspirinas, pois a dor de cabeça era medonha e o gosto de corrimão na boca, detestável. Balinhas de menta todo o dia para purificar o hálito.

Recordo uma vez, indo passar o final de semana em São Marcos, quase morremos na BR-116. Além de ter bebido todas, tínhamos tomado moderadores de apetite para ficar mais “alegres”. Imaginem o estrago.

Na serra, próximo a gruta de Nossa Senhora Aparecida, quando vejo, passa um pneu por nós. Segundos depois, a Brasília amarela que estávamos roda na estrada. Nosso pneu tinha caído. Poucos quilômetros atrás tinha furado e na hora de trocar, chapados como estávamos, não parafusamos direito o pneu.

O melhor foi ver a Lisa, a dona da Brasília, vomitar e procurar no meio do vômito, o remédio para emagrecer que tomara a pouco, afinal, não podia desperdiçar. Lembro que ela achou e tomou de novo. Eu sentei na faixa e ria feito louco enquanto os outros buscavam o pneu ribanceira abaixo. Mas, chegamos ao destino são e salvos. Nosso anjo da guarda queria arrancar as penas das asas.

Na formatura do Beto, para variar, eu para lá de Bagdá, após ter bebido todas e não ter comido nada, estraguei a festa de todo mundo, pois vomitei no salão de festa dando um banho de mim mesmo de vômito e um show a parte. Arghs! Fui levado para casa na carroceria de um furgão e depois, ao chegar, colocado embaixo do chuveiro com roupa e tudo mais. Até aí tudo bem, recordo que eu tentava ficar de pé na carroceria dizendo que podia voar. Risos. Se caísse, não sobrava nada. O motorista corria feito louco. Até eu fiquei com pena do meu anjo da guarda.

E, não faltaram peripécias, mas, melhor encerrar por aqui, ao menos hoje. Do contrário, sou capaz de escandalizar meus dois únicos seguidores e minha fiel leitora Elza, uma vez que meu anjinho da guarda já pendurou as chuteiras. Ele está internado em uma clinica para tratar o estresse. - JK



Muda Brasil, muda!

 Enquanto nossos governantes e políticos só pensam em permanecer no poder, o país, mais uma vez, passa por um período conturbado. Pior, não vejo medidas para reverter a situação que se agrava a cada dia.


Desemprego aumentando, inflação em alta, saúde deficitária, marginalidade crescendo ... Somos um país rico, pagamos os impostos mais altos do planeta. Não consigo entender como conseguiram deixar o Brasil neste estado lamentável, deplorável. Má administração, ganância, luta pelo poder são as causas digo e repito.

Eu empobreci nos últimos anos como grande parte dos brasileiros. De classe média, hoje sou classe operária. Trabalho apenas para o sobrevier. Meu salário hoje não supre minhas necessidades básicas. Início do mês sou obrigado a escolher quais contas vou pagar - e com juros (sempre algumas arrasadas) - , e o que vou cortar do meu orçamento. Lazer, já não tenho mais, pois cultura é algo muito caro em nosso país, mesmo sendo patrocinada.

Eu trabalho, vou à luta!. Não recebo Bolsa Família ou qualquer tipo de ajuda do governo. Pelo contrário, ainda pago meus impostos em dia (bem, nem sempre, às vezes atraso). Se adquiri algo na vida, meu carro, minha casa, foi graças ao meu esforço, ao meu trabalho. Não precisei roubar, enganar, matar, mentir, me corromper para isso. Disso me orgulho!

Só sei que estou descontente com nossa política, nossos políticos, com todos partidos políticos. Hoje vejo que todos são iguais. Não pensam em seu povo, mas somente em seus bolsos, em permanecer no poder. Mas, ainda tenho fé que governantes honestos e capazes irão surgir, pois destes que aí estão, não veio luz no fim do túnel. Lamentável! - JK, 

Estamos aqui de passagem!

 Não sou perfeito e por mais que eu tente ser, jamais serei. Como qualquer pessoa, tenho meus defeitos. Alguns são perfeitamente visíveis, outros disfarço atrás de um sorriso amigo.


Entre os defeitos, sou muito brabo. Quando estouro mando tudo para aquele lugar. Pode ser o Papa ou o Presidente, todos vão para pra lá. Até hoje tento me controlar para não ser explosivo, mas não é fácil! Por outro lado, sou amigo, companheiro, tiro a roupa do corpo se o amigo precisar.

Ás vezes magoamos quem gostamos por besteiras, por não pensar direito, por não morder a língua no momento certo. Um segundo e a besteira já foi feita. Não tem mais volta nem concerto.

Algumas palavras ferem mais que qualquer agressão física. Se alojam em nossa mente e lá permanecem por anos, ao contrário da agressão física que some com o passar dos dias. Mas, felizmente, tudo sem tempo de maturação.

É como a vida! Nascemos, crescemos, aprendemos e partimos para outro plano espiritual. Assim são as mágoas, assim são os amigos, assim é o nosso cotidiano!

Estamos aqui de passagem! Não sabemos o que o futuro nos reserva ou até quando estaremos aqui no plano físico. Então, não devemos nos apegar tanto em coisas materiais, mas sim em coisas espirituais, estas sim vamos levar para nossas outras vidas.

Por mais que pareça difícil, temos que aprender a perdoar, seguir os passos de nosso Salvador. E, principalmente, temos que amar e respeitar o próximo, atos tão simples, mas tão esquecidos por nós.

Ao invés de inúmeras selfies de ostentação e de beijinhos, vamos estender a mão a quem realmente precisa. Beijinhos, nada de virtual e sim, reais, no rosto, na mão.

Sejamos educados. Um simples Bom dia, Bem vindo e Vai com Deus tornam a vida de qualquer pessoa mais feliz. Muitas vezes um Oi, como vai?, pode salvar a vida de uma pessoa.

Nossos dias são tão agitados, corridos, que esquecemos que somos como uma planta. Precisamos de amor, carinho, de alguém nos regue e proteja diariamente. Somos joias raras que precisam ser lapidadas e guardadas com carinho e proteção.

Pode ser que amanhã eu não esteja mais aqui, mas, com certeza, no coração de muitas pessoas eu estarei. E lá, onde eu estiver, estarei feliz por saber que minha vida não foi em vão. – JK

Velório as avessas!

 A vida é recheada de fatos engraçados, atropelos. Talvez um fato que mais tenha me marcado aconteceu em uma situação um quanto inusitada.


A mãe de uma amiga havia morrido. Ficamos sabendo disso ao sair do Incitatus, uma boate de Caxias do Sul, isso por volta das 6h, nos saudosos anos 80. Como bons amigos eu, Andréa e Christiane, resolvemos sair da boate e irmos direto ao velório. Só que já estávamos para lá de Badgá, pois, pra variar, havíamos tomado todas. De quebra, o velho moderador de apetite para dar mais energia.

Lá fomos os três para o velório nas capelas mortuárias do Pompéia. Lá chegando, Andréa e Chris entraram. Eu fiquei fumando um cigarro antes de entrar. Depois, fui comprar umas balinhas para purificar o hálito.

Entrando na sala, fui direto ao espaço reservado aos familiares. Dei os pêsames a todos, tomei café, conversamos sobre a causa da morte, falamos da família e, principalmente, de agricultura. Isso que eu não entendo nada de agricultura. Estranho e que eu não tinha encontrado a Lissandra, mas, pouco antes de entrar, as gurias me informaram que ela tinha ido para casa tomar banho, trocar de roupa e comer algo.

Enquanto Lissandra não voltava, resolvi sentar com os familiares em volta do caixão. Lá rezei o terço com um grupo de senhoras. Passado mais de uma hora, estranhei que Lissandra não tinha retornado, tampouco tinha visto a Andréia e a Nani no velório. Pensei comigo mesmo? Aonde será que elas estão. Nisso, uma senhora resolveu arrumar umas flores junto aos pés da falecida. Resolvi ajudar, mas, para meu espanto, olhando bem o morto, descobri que ele era homem, que eu havia entrada na capela errada. Explico: são três capelas, uma do lado da outra e eu havia entrado na capela errada. Resultado, de nervoso que fiquei por ter errado a capela, me deu um ataque de risos. Tive que sair rapidinho do local para não fazer mais fiasco.

Passado o ataque de risos, entrei na segunda capela e nada das gurias. Não é que o velório estava acontecendo justamente na capela três. Lá entrando, fui finalmente abraçar a Lissandra que já havia voltado. Já as gurias, estavam preocupadas comigo, pois havia sumido há mais de duas horas. Fomos lá fora e contei o que aconteceu. Recordo que nós quatro sentamos no meio fio e caímos nas gargalhadas. Por um momento, esquecemos da tristeza deixando a alegria tomar conta.

Até hoje conto esta estória, e sempre que relato caio nas gargalhadas. O que faz o álcool e as drogas. Mas, uma coisa aprendi: sair de festas direto para velório, nunca mais, ainda mais depois de ter bebido todas. - JK



segunda-feira, 26 de junho de 2023

Vida após a morte!

 Embora católico acredito que a vida não acaba depois que a gente morre, apenas desencarnamos. Sim, eu acredito em vida após a morte e em reencarnação. Resumindo: o corpo morre, mas a alma não. Apenas ela deixa de habitar o corpo físico. E os que estão na vida térrea são os encarnados.


Embora iniciante no espiritismo, nele encontro muitas respostas que buscava para entender alguns “porquês” da vida, como a razão da minha existência: de onde vim, para onde vou e o que vim fazer aqui na Terra. E tudo, baseado na minha fé em Jesus. E é justamente aqui que encontro as respostas para meus questionamentos que envolvem a minha alma, o meu espírito e para onde vou depois da minha morte.

Acredito que estou aqui para fazer e praticar o bem. Não vim ao mundo, ao contrário da maioria, para competir com ninguém. E, ao contrário do que vocês possam pensar, eu acredito e respeito todas as religiões, desde que voltadas para o bem apenas. Sem amor e respeito ao próximo, não existe salvação, nem religião.

E, reencarnação nada mais é do que o aperfeiçoamento do espírito para reparar os erros do passado. E ao contrário do que muitos pensam, não é pagar os erros do passado, mas, como disse: “aperfeiçoar”, aprender a evoluir. Falando em evoluir, vou ler o livro que acabei de comprar: “Voltei”, psicografado por Chico Xavier. Muita luz para todos nós! - JK