Quando você lê o que escrevo, muitas vezes sou eu por inteiro, outras apenas metade de mim. Talvez alguns sonhos e fantasias que realizei ou não. As palavras que emergem nestas linhas são apenas uma versão alternativa de mim. Para a maioria, talvez nada importe o que escrevo, mas, mesmo assim, teimosamente, escrevo e me expresso.
Não me interessa se o que escrevo é vulgar, fictício ou confessional. Em alguns casos, meus textos são uma espécie de diário e de memórias.
Muitas vezes, não faço ideia de onde surgiu a inspiração. Do nada, meus dedos apertam as teclas do computador e uma nova crônica aparece.
Fico feliz quando alguém lê meus relatos, comenta e penso
que nem tudo está perdido. Atualmente, as pessoas mal conseguem ler duas linhas
em um microtexto do WhatsApp, para nossa tristeza. Ainda assim, continuo
escrevendo, na esperança de conectar-me com aqueles que valorizam a
palavra e a reflexão. - JK

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