sábado, 6 de maio de 2017

Do tamanho certo para o meu sorriso


Houve uma época que eu ficava quieto quando gritavam comigo, faltavam o respeito ou me diziam você não é pago para pensar, e sim para executar. Pois é, os tempos mudaram, eu mudei e não me arrependo disso. Pelo contrário, eu devia ter mudado há muito tempo.
O que algumas pessoas não perceberam é que eu não vim ao mundo para agradar todos. Pelo contrário, prefiro poucos, mas bons amigos. E, hoje sei distinguir amigos de colegas.
Amigos, dividimos os bons e maus momentos de nossas vidas, eles frequentam nossa casa. Já colegas, apenas trabalhamos juntos e respeitamos, mesmo sabendo que eles estão errados.
Ouso a dizer que são poucos os que realmente considero meus amigos, mas tenho certeza de que são os melhores. Amigos são irmãos que a vida nos deu de presente.
Por outro lado, gosto de pessoas que sorriem, dizem bom dia, boa tarde ou boa noite! Sabem, de vez erm quando enviar um whats querendo saber notícias de você!
Gosto de pessoas que, mesmo sem te ver há tempos, te abraçam bem forte quando a gente se reencontra. Te recebem de braços abertos e sorriso farto, sincero.
Gosto de pessoas educadas, que não gritam, que sabem falar com respeito, mesmo quando não tem ou não em razão. Eu mesmo já perdoei muita gente, hoje, não perdôo mais, pois elas não merecem meu perdão, apenas meu respeito. Não sou Deus para perdoar
Quem me vê sorrindo todos os dias, não sabe que atrás do meu sorriso amigo se escondem problemas, lágrimas, mas poucos precisam saber o que estou passando, o que estou vivenciando. Não consigo entender o motivo da felicidade causar tanta inveja em muitos.
Eu, ao contrário destes, torço pela felicidade de meus amigos, colegas e até de estranhos. É tão bom ver as pessoas felizes, isso me enche de satisfação e alegria.
Sempre friso: “meu sorriso amigo me protege do perigo e guarda meus amigos dentro dele”. E, sempre peço a Deus que conserve este sorriso em mim.
Por incrível que pareça, teve uma época que um determinado “amigo” me zoava por eu estar sempre de bem com a vida, implicava com meu sorriso e com o tamanho da minha boca. Hoje, percebo que ele nunca foi e nunca será meu amigo e que nunca mereceu meu sorriso.
Só os bons merecem meu sorriso, minha marca registrada. Será que você merece? - JK


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Gestor: valorize seus profissionais


Muitas empresas parecem viver um estágio de letargia, de hibernação. Envoltas em seu dia a dia, acabam negligenciando um dos principais fatores de sucesso de suas empresas: o PROFISSIONAL TRABALHISTA.

Vale aqui lembrar que: o sucesso de uma empresa, depende de vários fatores, como ter produtos ou serviços de qualidade, diferenciados dos oferecidos pelo mercado. E, ainda, contar com profissionais comprometidos e que estejam empenhados em desempenhar suas funções com maestria, fazendo não apenas o que sabem, mas interessados em adquirir novos conhecimentos.

Porém, muitas empresas subestimam seus profissionais, desacreditando do seu potencial ou os remunerando mal.  Bons profissionais são clientes internos de uma empresa e merecem eduação, carinho e respeito do seu gestor, do responsável pela limpeza ao gerente.

A maioria dos bons profissionais querem ser reconhecidos por suas contribuições,  ideias e trabalho duro. Eles querem que o gestor reconheca seus esforços e resultados.  

Então, de vez em quando, você gestor, envie um e-mail whatsApp inesperado, mostrando sua gratidão e satisfação pelos  esforços do profissional.  E, na hora do café, almoço ou lanche, tenha uma conversa informal e curta com eles.

Saiba valorizar seus profissionais sem ter vergonha. Todos gostam de um elogio, de um momento de descontração com seu gestor.

E, não esqueça de manter sua equipe sempre informada do que acontece na sua  empresa, tanto das coisas  boas quanto das ruins. Seja honesto com eles, pois assim estará evitando fofoquinhas e inseguranças.


Profissionais felizes com seu trabalho, produzem mais, conquistam novos clientes, e, por consequência, aumentam o faturamento credibilidade de uma empresa. - JK


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Será que temos motivos para comemora o 1º de maio?

Nos trabalhadores temos poucos motivos para comemorarmos nosso dia hoje. O país atravessa uma de suas maiores crises políticas e econômicas. E, ainda, passa por uma ampla reforma na legislação trabalhista que afetará a grande maioria dos trabalhadores brasileiros, principalmente os mais pobres e humildes. Hoje, vale a pena ressaltar, o Brasil tem mais de 13 milhões de desempregados.

É fato que a legislação trabalhista, criada há mais de meio século, necessita de ajustes. Mas, também é fácil entender a rejeição que a proposta vem tendo por grande parte dos trabalhadores brasileiros, já que está sendo apresentada por uma classe política que está totalmente desacreditada. Eu mesmo não acredito em nossos políticos.

Cercada de muitas dúvidas, a reforma é inevitável e coloca em xeque diversos pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que é o guia trabalhista no Brasil. Por outro lado, a reforma dará um novo fôlego para a economia, diminuindo o desemprego.

De forma geral, a grande alteração da proposta está no fortalecimento dos acordos diretos entre empresa e empregado, podendo, inclusive, ter mais força que as leis constantes na CLT. Dessa forma, os acordos coletivos terão grande destaque na nova proposta, com a expectativa que a desburocratização possa alavancar a economia e acelerar o desenvolvimento do país. Em contrapartida, existe o receio de que a proposta possa diminuir salários e afetar, para pior, a relação trabalhista, enfraquecer sindicatos e aumentar a insegurança no mercado de trabalho.

 O que muda com a Reforma Trabalhista?
Em meio a tantas incertezas, conheça as principais alterações da reforma proposta. O que muda e o que não muda?

- Jornada de Trabalho:

Hoje, a legislação trabalhista define em 44 horas a jornada de trabalho semanal, com no máximo 8 horas por dia de trabalho, fora horas extras. 
Já na proposta do governo, a jornada diária poderia chegar até 12 horas  diárias - neste caso haveria um descanso de 36 horas -, e o limite semanal podendo chegar a 48 horas, incluídas quatro horas extras, não podendo extrapolar o teto legal. 

- Férias:

Apesar de já ser comum em algumas empresas, a CLT não permite a divisão do período de férias em mais de dois períodos. Sendo que o empregado pode “vender” parte dos dias a que tem direito.
Com a reforma, patrão e empregado poderão chegar a um acordo e dividir o tempo de férias em até três vezes períodos, desde que as parcelas não sejam menores que 10 dias.

- Intervalo de trabalho:
 
Atualmente, quem trabalha acima de seis horas tem direito a uma hora de intervalo para repouso e alimentação. Quando o empregado por motivos quaisquer faça apenas metade desse período, a empresa fica sujeita a ações jurídicas e multas. 
Já na nova proposta, o empregado poderá fazer um intervalo menor que uma hora e o restante não precisaria ser cumprido sem que haja ônus para o empregador.

- Sindicatos:

Atualmente todo trabalhador deve dar a sua contribuição anual, no valor referente a um dia de trabalho,  para o sindicato da sua categoria de forma obrigatória. 
Com a reforma, a contribuição passa a ser opcional, sem a necessidade que o trabalhador passe a integrar o sindicato da sua categoria. 

- Gestantes:

Hoje, gestantes e lactantes são impossibilitadas de trabalhar em ambientes insalubres, ainda que o grau de insalubridade não seja alto, ou que não afete a gestação.
A partir da alteração, as gestantes e mães que amamentam poderão trabalhar nesses ambientes desde que seja autorizado por um atestado médico. Porém, quando a insalubridade for de grau máximo nesses ambientes, as gestantes ficam proibidas de seguir na atividade, sendo necessária o deslocamento para outro setor.

- Demissões em massa:

Atualmente, toda empresa que necessite realizar a demissão em massa obrigatoriamente necessita realizar um acordo com o sindicato e trabalhadores para que os desligamentos sejam negociados. 
Na nova proposta, fica autorizada a dispensa coletiva, independentemente da intervenção sindical, podendo ser realizadas pela empresa da mesma forma que se procederia na dispensa individual. 

- Demissão em comum acordo:

Hoje, há dois modos de um trabalhador ser demitido, com ou sem justa causa. Porém é comum que empregados e patrões façam um acordo informal para que o empregado seja demitido sem justa causa para ter acesso aos direitos em troca da devolução da multa que a empresa é obrigada a pagar. 
Com o novo texto, esse acordo passa a ser legal, ficando definida como demissão em comum acordo. Nela, o empregador pode pagar metade do aviso prévio. O trabalhador também poderá movimentar 80% do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.


Então, será que temos ou não temos motivos para comemorar nosso dia hoje. Qual a sua opinião?

Então é maio!

Estamos em maio, conhecido com mês de Maria (mãe de Cristo), das mães, das noivas, do trabalho...  Aqui na serra gaúcha, é o mês de Nossa Senhora do Caravaggio, enquanto em Portugal, a aparição de Nossa Senhora de Fátima. Mas, foi em maio que o Brasil perdeu um de seus maiores ídolos, Airton Senna.

Segundo a mitologia grega, maio é derivado da deusa romana Bona Dea,  mais conhecida como deusa da fertilidade. Mas, maio também é o mês de São José Operário, marido de Maria e padroeiro dos trabalhadores. E, ainda em maio, celebro o aniversário da pessoa que mais amo neste mundo: Helena Horácia (HH), na certeza de que Maria a conserve muitos anos mais ao meu lado.
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Foi em maio que ocorreu a abolição da escravatura e é em maio que acontece o dia do silêncio, o dia internacional contra a homofobia, o dia da adoção, o dia internacional das famílias, o dia do abraço, entre outras comemorações.

Em maio, em quase todo Brasil, comemoramos a chegada do frio, enquanto nos países do hemisfério norte, a chegada da primavera, do renascer das flores, dos perfumes e do colorido.

Resumindo: maio é o mês de celebrar a vida, de agradecer a vida. Que todas Nossas Senhoras nos abençoem e protejam nossas famílias, nossos lares, em nosso Brasil tão maltratado por nossos governantes.


Sua benção e proteção Maria! Sua benção e proteção José!

sábado, 29 de abril de 2017

Feriado em família!


Passar um feriado, em casa, em família, não é fácil! Primeiro, não temos liberdade para nada, pois temos que ceder nosso espaço para os outros integrantes da casa.

Enquanto todos não acordam, você não pode ligar o som ou a televisão. Quando consegue ligar a televisão, bem  baixinho,  não pode assistir ao seu programa favorito, pois a matriarca da família quer ver o seu.

Quando você pensa que vai conquistar um espaço para você mesmo, tens que almoçar, pois você tem – e não sabia –, o compromisso de levar sua mãe no salão de beleza às 13h e buscar às 15h. Aquele almoço com as amigas que te convidaram pelo whats, às 11h30, minutos antes de você ser obrigado a almoçar pela sua mãe, foi pro espaço. Resultado, você é chamado de azeite pelos amigos.

Retornando para casa, você pensa que vai ligar o som, mas, que nada. Um membro da família está mal, ainda deitado e você tem que buscar o remédio para ele. Quando você retorna da farmácia,  liga a televisão e pensa que vai conseguir assistir a um filme, mas, sua mãe, vem dobrar as roupas e conversar com você.

E o melhor, resolve arrumar a roupa bem em frente a televisão. Já, sua sobrinha, que estava deitada até a pouco, resolve vir conversar com sua mãe,  neste caso,  minha irmã,  também na sala, pois o sinal da internet não pega bem nos outros cômodos do apartamento. Adeus filme!

Você é obrigado a escutar e participar, sem querer participar -, de todas novidades da sua família e da família dos outros por mais de meia hora. Só que não são só as novidades do sábado, são da semana inteira. Acha paciência!

Pois é! Ser solteiro em um final de semana, principalmente feriadão, não é fácil! Já que você é o único homem da casa, você tem que ser cavalheiro e ceder sua vez, seu espaço. Mas, o melhor, é que você acaba rindo da sua própria falta de espaço, pois família é assim! Sempre alguém tem que ceder, neste caso eu!

Mas, apesar do desabafo, não posso me queixar, pois são eles que estão comigo quando mais preciso ou também quando não preciso. Minha família é pequena, mas causa tumulto e mais dor de cabeça do que muita família grande por aí.


Assim como eu reclamo, elas também deve reclamar por eu estar na sala, em frente ao pc e a televisão, tirando a liberdade delas. Assim é a vida! Assim é e será o meu feriado! - JK

domingo, 8 de janeiro de 2017

Você é linda!

Ela era linda, aliás, é! Seu sorriso tímido ainda me encanta.
Seu jeito estabanado, com alquele olhar blazé, me fascina! O mundo desaba lá fora e ela aqui dentro pergunta: o que esta acontecendo?
Quando faz amor, viras os olhinhos e sussurra palavras de amor. Me deixa louco quando conta segredos de liquidificador no meu ouvido.
É dona de si, de uma sapiência afrodisíaca. Ama seus filhos, seus netos, amigos e afirma que els são as coisas mais importantes que existem.
Então pergunto: como não se apaixonar por você? Sim, me apaixono por você todos os dias, principalmente, quando terminamos de conversar aquilo que não dissemos ontem.
Você me encanta, fascina, ébria, mas me rouba a liberdade! Tentamos dividir, mas sempre acabamos somando.
Como amigos, somos perfeitos, como namorados, pura diversão e algum estresse. Damos altas risadas de nós mesmos.
Como na canção: sou o Eduardo, você a Mônica. Não desejamos mal a quase ninguém!
Somos perfeitos juntos e melhores separados. Mas, a gente se completa, apronta e ri. A gente ri muito no nosso mundinho! Ele é perfeitinho assim, mesmo cheio de defeitos e coisas pra mudar!

E o melhor, não é acordar junto com você. O melhor é a despedida com um um beijo na certeza de que amanhã a gente volta a ser ver e tudo será bem melhor do que foi hoje. Afinal, são nesses pequenos espaços de tempo juntos, que a gente fica melhor, completo.


sábado, 28 de maio de 2016

Pluft, meu fantasma camarada



Um fato marcou minha vida na época da faculdade. Aluguei um apartamento de um quarto na Rua 24 de Maio, no Centro de Porto Alegre. Morava sozinho ou pensava que morava, pois fatos misteriosos acontecem na residência.

Um deles, sem sombra de dúvida, foi ter esquecido a chaleira com água quando fui trabalhar, às 9h. Ao chegar da faculdade, por volta das 23h45, ao entrar no apartamento, uma surpresa. Um bilhete escrito por um funcionário do Corpo de Bombeiros dizendo que eu esqueci a chaleira ligada e tiveram que arrombar a porta, mas, que não precisava me preocupar, pois a porta tinha sido consertada e a cozinha estava limpa e organizada. Para minha surpresa, estava mesmo.

No dia seguinte, fui agradecer os funcionários do Corpo de Bombeiros. Na oportunidade, levei um merecido puxão de orelha. Já a chaleira, ficou uma obra de arte abstrata, toda retorcida.

Meses depois, numa noite chuvosa de sábado, nada pra fazer, a não ser reunir amigos para contar causos, beber e jogar. Certa hora da noite, já embalados e mamados, resolvemos brincar o jogo do copo, aquele que você tenta se comunicar com os mortos. Tudo normal até chegar a minha vez. Ao tocar suavemente no copo e perguntar se havia alguém na sala, o copo saiu voando se estraçalhando na parede. Ficamos mudos, gelados. A brincadeira e a noitada terminou ali mesmo. O susto foi tanto que a bebedeira também passou.

No dia seguinte, ao acordar, resolvi tirar um sarro de mim mesmo e disse: “pluft, liga a luz”. Para meu espanto, a luz do quarto ligou. Fiquei branco, assustado, mas, não satisfeito, tornei a disser: “pluft, apaga a luz”. E a luz apagou. Confesso que quase me borrei na cueca. Passado o susto, resolvi não brincar mais e fiquei alguns dias sem brincar de aceder e apagar as luzes.

Uma semana depois, também no sábado, ao receber a visita de uma amiga, contei o que tinha acontecido. Ela riu e disse que era reflexo da bebedeira e outras “cositas” mais. Vale lembrar que ela participou do jogo do copo.

Não satisfeito com o que ela falou, pedi ao pluft que a luz se apagasse. Para nossa surpresa, a luz apagou. Pedi a que a luz ligasse de novo, e a luz ligou. Recordo que fiquei neste liga e desliga uns 10 minutos, provando não se tratar de coincidência. Assustados com o fato inexplicável seguimos ao nosso destino, o bar Ocidente. Não dormi em casa.

No dia seguinte, contamos o fato a outros amigos, mas ninguém acreditou em nós alegando que estávamos bêbados e chapados. Para provar, os levamos até meu apartamento. E, a luz ligou e desligou cada vez que eu solicitava.

O engraçado é que só eu conseguia tal proeza. E, assim, o Pluft tornou-se meu companheiro de apartamento, fazendo parte do meu cotidiano e de meus amigos. O Pluft tornou-se um amigo íntimo e confidente, aquele amigo imaginário de infância.

Um dia, durante a visita de minha mãe, uma vizinha veio pedir uma xícara de açúcar dizendo estar fazendo um bolo. Convidamos ela para entrar, mas ela se recusou. Não satisfeita, minha mãe a questionou. Ela disse que no apartamento, anos atrás, uma criança havia sido morta pela mãe. Seu corpo ficou por meses embaixo da pia.

Ela contou que os vizinhos desconfiaram da morte da criança pela ausência de choro e pelo cheiro forte que exalava do apartamento. Na oportunidade, os bombeiros foram chamados e arrombaram a porta, encontrando o corpo da criança de mais ou menos seis meses. A mãe da criança foi presa, já o pai não foi achado.

Segundo os vizinhos, ele não queria o filho, pois a criança chorava muito, não deixando o pai descansar quando chegava cansado do trabalho. Resultado: acabou abandonando a mulher que, revoltada, acabou matando e esquartejando a criança.

Não acreditando nesta horripilante história contada pela vizinha fui pesquisar na Zero Hora e Correio do povo. Para minha surpresa, era tudo verdade.

Minha mãe, que estava passando uns dis na capital comigo, vendo que eu estava assustado com os fatos, disse que não era para me preocupar, pois o Pluft nada mais era do que um anjo, um espírito de luz que estava ali para cuidar e me proteger, bem como a casa.

No dia seguinte, ela foi até a Igreja Matriz pedir a um padre que viesse benzer e rezar no apartamento. Depois disso, nunca mais as luzes se acederam ou apagaram. Segundo o padre, pluft finalmente encontrou o merecido descanso.


AH1 Vale a pena relatar que dias após o padre ter ido lá em casa, encontrei a vizinha na rua e acabei contando que tinha pesquisado e que realmente era verdade tudo o que ela falara. Na oportunidade, descobri que Fernanda, a vizinha, era um travesti. Trabalhava em um salão há uma quadra de casa. Acabei ficando seu cliente. Anos mais tarde, já morando aqui em Caxias do Sul, soube que ela foi assassinada ao sair de uma boate pelo namorado.