Decidi dar um tempo nos textos de amor no meu blog. É comum, após ouvir uma música, assistir a um filme ou uma série, eu escrever sobre o que senti. Embora esses textos tenham um toque pessoal, é importante frisar que nem tudo é verdade e não é autoral.
O que me intriga é que ninguém se cansa de ouvir canções de amor, elas são um sucesso. No rádio, a maioria das canções que tocam são de amor, de amores não correspondidos, principalmente, no sertanejo. É impressionante como o coração humano parece se nutrir dessa "sofrência".
Existem dias em que nos identificamos
com a dor do cantor e sentimos vontade de extravasar, mesmo estando bem com a
vida e com as pessoas ao nosso redor. É como se a música despertasse uma
vontade de chorar, beber até cair ou ligar para alguém e dizer "eu te
amo". Mas o que me chama a atenção é a quantidade de queixa, ciúme, traição
e saudade que permeia essas canções. E, principalmente, a banalização do amor.
Pobre do amor, que sofre e agoniza, mas felizmente não morre. – JK

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