domingo, 29 de novembro de 2020
Amor destrambelhado
domingo, 15 de novembro de 2020
2020
O ano esta acabando! Confesso aqui nestas linhas que 2020 não foi um ano fácil! E, mesmo sendo um ano atípico e complicado, fui feliz! E a Deus agradeço por tudo, pela minha família, meu emprego, meus amigos e colegas de trabalho. Por ter redescoberto as palavras atrás de textos e crônicas como esta.
sábado, 14 de novembro de 2020
Convid-19
Suspeita de Convid, passei nove
dias de isolamento que quase me levaram a loucura. Primeiro, pensei que ia
surtar! Depois entrei em desespero e devorei tudo o que tinha na geladeira. E,
por último, briguei com minha mãe mesmo sem motivos. Ah! E engordei 2,5 kg.
Então, aí pelo quinto dia, apesar
da loucura correr em minhas veias, percebi que é possível ser feliz no
isolamento domiciliar. Mesmo sem poder sair, encontrei em velhos livros e cds a
felicidade. Redescobri meu mundinho há tempos perdido nas estantes e
prateleiras.
Mas, o melhor de tudo foi receber
o carinho de amigos e colegas. Foram tantos whats e mensagens de solidariedade
nas redes sociais inbox, que ria sozinho. Descobri aqui um novo paradigma de
felicidade, além de fortalecer laços sociais e afetivos com pessoas que jamais
pensei que se preocupassem comigo.
Ficando em casa, contribui para a
saúde de todos, afinal, não tinha como o convid-19 se propagar, mesmo eu não
estanco com ele. O resultado demorou para sair e quando saiu, negativo
(terça-feira, dia 10). Minha única queixa referente ao atendimento da UPA de
Caxias do Sul foi a demora no resultado, embora a culpa não é deles, mas sim da
demanda do exame que é grande. Quero agradecer aos profissionais que me
atenderam, em especial a enfermeira Fabiana, um anjo de ternura e carinho com
seus cabelos rosa. Obrigado! – JK
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Vésperas de um aniversário!
Quase às vésperas de mais um aniversário percebo que estou ficando velho. O rosto já apresenta as marcas do tempo, os cabelos estão cada vez mais ralos e começando ficar brancos. O corpo já dá sinal de cansaço e a barriga insiste em aumentar. A memória começa a falhar e a saudade do passado e de quem já partiu aumenta.
domingo, 8 de novembro de 2020
Quem tem animal de estimação é mais feliz!
Há tempos não chorava tanto, aliás, chorar de soluçar. Acredito que meu psicológico esteja abalado, pois não é normal tantas lágrimas assistindo a um filme. Aliás, filme que eu já vi e revi dezenas de vezes. Mas, é impossível não rir e chorar assistindo a Marley & Eu.
E, aqui entre nós, quem não se
emocionou com a história do atrapalhado cão labrador, “o pior cão do mundo”
como dizem os protagonistas do filme. O roteiro aborda de maneira simples e
original as questões do cotidiano de qualquer família.
Eu mesmo, nos tempos da adolescência
tinha o Ling-Ling, um cão pequinês travesso e aprontão como o Marley. E assim
como Marley, tivemos que fazer uma eutanásia devido a idade e algumas doenças.
Ling, ao contrário de Marley, não destruía a casa, mas odiava gatos. Não podia
ver um que saia em disparada e eu atrás chamando feito louco e ele nem ai pra
mim.
Ling-Ling também não deixava ninguém tocar em mim, era
ciumento, abocanhava quem me tocasse. Extremamente corajoso e valente para o
seu pouco tamanho. Era só eu dizer “pega” que ele mordia a canela das pessoas.
E, era guloso como eu! Adorava chocolates e leite condensado. E, aqui entre
nós, cachorros peraltas nos deixam mais felizes. Impossível não amar e rir das
travessuras deles!
Hoje, a Penélope tomou conta do
nosso lar e corações. A pequena maltês, ao contrário de Marley e do Ling, é
comportada e praticamente uma lady: fina e educada, além de amorosa e
companheira. E, aqui entre nós, quem tem
um cachorro ou qualquer animal de estimação é mais feliz. E, para encerrar esta
crônica, compartilho uma frase do filme Marley & Eu:
Seduza-me!
Sempre digo: não é apenas um corpo bonito que me seduz. O que realmente me fascina e encanta é a inteligência das pessoas, o conteúdo, coisa rara de se encontrar nos dias de hoje.
sábado, 7 de novembro de 2020
Sábado de saudades em tempos de convid
Então é sábado! O dia tá lindo lá fora! O sol brilha e faz calor. Uma leve brisa balança as poucas árvores da rua Os 18 do Forte!
Da janela observo pessoas passar não tão apressadas pelas ruas com suas máscaras. Não há nuvens, apenas um azul encantador e de muita claridade. Aliás, claro, muito claro!
Dá uma vontade louca de sair, tomar uma cerveja em um bar, comer um churrasco, celebrar a vida com os amigos, afinal, estamos na primavera, época em que tudo se renova, floresce.
De repente, bate uma saudade de quando podíamos sair pelas ruas sem medo do contagio do convidi-19, de abraçar e beijar as pessoas. De quando a vida passava em uma lentidão suave, não nesta loucura atual.
Saudades de quando eu ia à padaria do bairro comprar um pão d´água quentinho e devorava a ponta antes de chegar em casa. Na padaria, lembro de sentir o cheiro e a quentura dos pães antes de entrar. Saudades de quando a minha única preocupação era passar de ano e de brincar com os amigos pela ruas e praça Dante Marcucci, de São Marcos. Saudades das bestices e crianças.
Recordo o primeiro amor pela colega de ginásio, do primeiro filme no saudoso Cine Teatro Ipiranga quando peguei pela primeira sua mão assistindo ao filme Lagoa Azul, com direito a muitas jujubas e balas soft. Tempos idos que não voltam mais, afinal, o novo em chegar, mas que ficaram registrados no minha memória e coração. – JK.






