terça-feira, 3 de novembro de 2020

Linda e apaixonante!


 Ela é linda, apaixonante, gostosa e toda faceira! É cheirosa e deliciosa! Parece uma manga madurinha pronta para ser chupadinha da cabeça até os pés.


Formosa e inteligente, tem um que de sereia! É um avião, um furacão. É assanhada, adora provocar e ganhar prazer! Quando goza espalha seu perfume pelo ar. Ela é dengosa, saborosa e sensual!

Quando senta, ergue a saia, mostra os joelhos e sorri atiçando! Pede com malícia que encaixe nas suas coxas, louca pra sentir prazer. Beija muito e sussurra dengosa no ouvido: “vem por cima, vem por baixo, que eu te dou o meu querer”.

Sim, ela é tão gostosa, tem malícia no olhar e fogo no corpo. Ela bole, bole, mexe, mexe como ninguém, faz sexo bem! Adoro sentar no colo e pedir que a cutuque bem gostoso! Provoca como ninguém e eu sou louco por ela e ela por mim! - JK

Eu te amo!


 O isolamento e o silêncio dos últimos dias me fez enxergar que eu te amo! Sim, eu amo teus defeitos e qualidades, embora me estresse muito com eles. Mas, resolvi te aceitar, exatamente assim, do jeito que você é! Você me ganhou no cansaço, foram mais de três anos de insistência e shows de cama.


Sim, eu amo tua falta de humor e suas brincadeirinhas sem graça. Também amo escutar você falando de política embora eu pouco entenda e tudo acaba em discussão. Adoro quando você briga comigo por eu não te dar atenção, não querer te ver e não lhe dar satisfação da minha ausência.

Gosto da tua falta de romantismo, seu jeito meio ogro de ser. Em determinados momentos parece que o homem da relação é você! Tudo tem que ser do jeito e na hora que você quer. Depois da transa, acende o cigarro e me olha com aquela cara mais lavada e pergunta: “foi bom né!”.

Já gosto até quando você desce para fumar o “capetinha” e depois volta com aquele gostinho “estranho” na boca. Depois, fica horas me olhando estática e encantada, viajando. E eu te olhando rindo sem entender nada. Mas, respeito teus vícios e manias.

Eu amo o jeito, desligado, que você cuida de mim, mesmo eu não deixando, querendo mostrar que sou forte e durão. Descubro que o sexo frágil da relação sou eu, e não você!

Acho lindo o jeito que você organiza e ajeita a casa. Adoro o teu perfeccionismo e as broncas que recebo por não te ajudar! Amo quando você cozinha só pra mim, o teu tempero e por preparar só os pratos que eu gosto.

Eu te amo exatamente do jeito que você é! Não mudaria nada em você! Mudo eu! – JK

Estresse!


 Um pequeno estresse recente me isolou do mundo. Precisava de um tempo para reavaliar a minha vida. Percebi que a mudança não estava na empresa, mas em mim mesmo. O problema não era ele, mas eu!


Se meu sorriso e a minha maneira de ser e agir incomoda, resolvi sorrir mais ainda. Foi por sorrir tanto e de graça que paguei por todas as coisas que me aconteceram. Mas, não me arrependo! A sorrir pretendo levar a vida. Lágrimas, daqui pra frente, só as de saudades e felicidade!

Às vezes me pego olhado ao meu redor e vejo tantos sorrisos secos, calados e falsos. O meu sorriso, ao contrário destes, é sincero e isso incomoda muita gente. Mas, isso não me deixa triste, pelo contrário, feliz! Eu adoro incomodar, provocar!

Tenho aprendido com meus próprios erros – sim, eu erro! E muito! -. Tenho feito muita burrada por ser calmo e centrado demais, mas quando estouro, perco a cabeça, jogo tudo para o alto e faço bobagens. E isso, não é nada poético, chorar deixa a gente mais aliviado e implorar não traz ninguém ou algo de volta.

Aprendi tudo isso, com o silêncio! Mas, o Homem lá em cima ajudou, sorriu e estendeu a mão. A ele agradeço a vida, aos dias de calmaria e tempestade. Do contrário, a vida não teria graça! – JK
 — 

Estabanado eu sou!


 Que sou estabanado, distraído e atrapalhado, todos que me conhecem, já sabem! E, cada entre nós, não considero mais isso como um defeito, mas já como uma marca registrada. Com certeza, seria bem pior, se eu fosse chato, preguiçoso e sabe tudo.


Sim, eu caio sozinho, derrubo copos e pratos, tropeço toda hora, troco os nomes nas horas da conversa ou esqueço. Mas, como disse, não vejo isso mais como problema e sim parte do meu eu. E o melhor, dou altas risadas, sozinho, das minhas trapalhadas.

Mas, não pensem que meus dias são normais como os de outra qualquer pessoa. Eles me exigem muito, muita concentração, foco e atenção. Do contrário, me atrapalho todo e fico mais desorientado do que o normal.

E, meus dias, sempre vão ter um imprevisto, por isso sempre saio antes de casa para o trabalho para evitar me atrasar. Ou a porta da garagem não vai abrir, o pneu vai estar furado ou vou pegar congestionamento.

Na hora das refeições, outro problema. Vou derrubar sorvete, respingar café ou me sujar de molho. Raramente não me sujo. E vou mais, várias coisas ou tarefas vou esquecer ao longo do dia. Para evitar isso, procuro anotar tudo!

Uma tarefa simples como fazer compras em um supermercado ou loja é complicado para mim. Ao pegar um alimento na gondola do mercado, outro vou derrubar ou esbarrar o carrinho em alguém. Se entrou numa loja de utensílios domésticos, coloco as mãos para traz para evitar que quebre alguma coisa e depois tenha que pagar. E, acreditem, isso acontece seguido!

Se estou caminhando na rua e no caminho tiver um buraco ou uma pedra, podem ter certeza, vou esbarrar nela ou cair no buraco. Tem dias que me sinto um personagem dos filmes de comédias, minha vida é o filme! Mas, sou assim e adoro meu jeito atrapalhado de ser. Do contrário, não seria eu! - JK
 —

Não me chame de fofo!


 Estranha esta mania que as pessoas tem de chamar os outros de “fofo” ou “gato” sem ter qualquer intimidade. Eu, particularmente, detesto! Nunca me viram antes e lá estão com esta estranha mania.


E, antes de mais nada, vamos deixar bem claro: não sou “fofo”, sou gordinho mesmo! Prefiro que me chame de gordo do que de “fofo”. Estou a milhares de quilos de ser “fofo”, pois sei que estou bem acima do peso. “Fofos” são os bichinhos de pelúcia, os recém-nascidos e alguns bonecos. Eu já estou mais para “Urso” mesmo, “Ursão” ou o maligno “Chucky”, o brinquedo assassino.

E, explicando, não há nada de errado com o adjetivo “fofo”. Eu não gosto é do jeito que ele é usado, assim como não gosto da mania das pessoas escreverem “hum” quando não sabem o que dizer ou apenas acenam no inbox. Total falta de conteúdo. E, lembrando, algumas palavras são “fofas”, você sorri quando as lê. Mas, quando me chamam ou escrevem “fofo” ou “gato”, ignoro a pessoa.

Existem muitas coisas que podemos denominar de “fofa”, como, por exemplo, a cachorrinha da minha irmã. Penélope é “fofa”, aliás, mais educada que muitas crianças que conheço por aí! E, pessoas “fofas”, na minha opinião, são sem graça, sem tempero, insossas. Eu não! Sou marrento, mandão, embora um amor de pessoa. E, não queira me ver brabo, caio e pasto. Sou sagitariano, metade homem, metade cavalo. E, não tente me adestrar, não vais conseguir. Tenho espírito livre e preso minha liberdade!

Chamar alguém de “fofo” ou de “gato” é como dizer que você tá “bonitinho”, ou seja, você é feio, mas tá arrumadinho. E como te chamarem com palavras no diminutivo como: “amiguinho”, “queridinho” ou “coleguinha”“. Cá entre nós, soa extremamente falso! – JK
 — em Caxias do Sul.

Solidão!


 Tenho o estranho hábito de reservar, diariamente, uma hora, no mínimo, para ler ou escrever. Seja um livro, ou assuntos que me interessam na internet. Isso me traz inspiração e, principalmente, conhecimento.


E, por incrível que pareça, isso não é solidão, mas uma excelente companhia. Mas, é claro que tenho amigos, mas às vezes tudo o que precisamos é da nossa companhia e de uma boa leitura.

Algumas pessoas vão me achar louco, com mania de velho, mas ler e escrever faz bem ao coração, pra alma. Algumas leituras são tão deliciosas que me coloco no lugar de um dos personagens, passo a fazer parte da história. Em outras, viajo a lugares deste mundo que nunca imaginei visitar ou estar.

Sim, sou esquisito, confesso! Ouso dizer que tenho um comportamento errático e não gosto de conversas rápidas, apressadas e sem tempo para longos bate papo. A vida já é agitada demais para não nos dedicamos às pessoas que a gente gosta, saber delas, quem nasceu, quem partiu, contar causos e trocar altas risadas.

No fundo mesmo, eu acho que sou doido, louco! Ainda acredito no amor e que o mundo ainda tem concerto embora eu sofra de prosopagnosia. Acho tão chique esta nova nomenclatura! Tenho a sensação do burguês de Molière, ao descobrir, encantado com o próprio refinamento, que “falava em prosa, e não sabia”.

Às vezes acho que minha falta de memoria é opcional, embora me coloque em várias situações incomodas e de muitas gafes. Mas, sempre me saio bem. Parto do principio que se alguém me olha e cumprimenta, me conhece. Então, retribuo! Você pode me chamar de tudo, menos de antipático!

E, lembre-se "NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO…! ACOSTUME-SE A ISSO! – JK
 — 

Sou esquisito, confesso!


Tenho o estranho hábito de reservar, diariamente, uma hora, no mínimo, para ler ou escrever. Seja um livro, ou assuntos que me interessam na internet. Isso me traz inspiração e, principalmente, conhecimento.

E, por incrível que pareça, isso não é solidão, mas uma excelente companhia. Mas, é claro que tenho amigos, mas às vezes tudo o que precisamos é da nossa companhia e de uma boa leitura.

Algumas pessoas vão me achar louco, com mania de velho, mas ler e escrever faz bem ao coração, pra alma. Algumas leituras são tão deliciosas que me coloco no lugar de um dos personagens, passo a fazer parte da história. Em outras, viajo a lugares deste mundo que nunca imaginei visitar ou estar.

Sim, sou esquisito, confesso! Ouso dizer que tenho um comportamento errático e não gosto de conversas rápidas, apressadas e sem tempo para longos bate papo. A vida já é agitada demais para não nos dedicamos às pessoas que a gente gosta, saber delas, quem nasceu, quem partiu, contar causos e trocar altas risadas.

No fundo mesmo, eu acho que sou doido, louco! Ainda acredito no amor e que o mundo ainda tem concerto embora eu sofra de prosopagnosia. Acho tão chique esta nova nomenclatura! Tenho a sensação do burguês de Molière, ao descobrir, encantado com o próprio refinamento, que “falava em prosa, e não sabia”.

Às vezes acho que minha falta de memoria é opcional, embora me coloque em várias situações incomodas e de muitas gafes. Mas, sempre me saio bem. Parto do principio que se alguém me olha e cumprimenta, me conhece. Então, retribuo! Você pode me chamar de tudo, menos de antipático!

E, lembre-se "NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO…! ACOSTUME-SE A ISSO! – JK