segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Relatos da EQM



Hoje resolvi escrever sobre uma tema polêmico, minha experiência de quase morte (EQM). Sim, eu também passei por isso! Eu não podia ficar de fora, afinal, experiências diferentes são comigo mesmo.
Ela aconteceu no dia em que fui fazer a cirurgia na mão direita. Quando criança, cortei todos os tendões em uma de minhas muitas travessuras. Tudo corria bem na sala de cirurgia quando eu acordei e reclamei de dores. Os médicos então, resolveram fazer uma anestesia geral e foi, justamente nesta hora, que tive uma parada cardíaca. Por alguns minutos, fiquei entre o mundo material e o espiritual. Nesta rápido fração, que pareceu durar horas, escutava e via tudo o que acontecia na sala de cirurgia, inclusive, eu vi meu corpo.
Depois de pairar alguns instantes sobre a sala de cirurgia, um túnel escuro com uma luz dourada e branca surgiu. Essa luz, quente e brilhante, proporcionava uma sensação muito agradável, de amizade, de acolhimento, onde minha vida passava num rápido flash back. Um sentimento enorme de amor e compaixão tomou conta de mim. Parecia que alguém me aguardava no fim do túnel. Por mais que eu tente explicar, o que vi e presenciei e indescritível.
Vocês devem estar perguntando o que houve comigo na sala de cirurgia. Sim, eu tive uma parada cardíaca. Voltei graças ao desfibrilador e aos excelentes profissionais que me operaram. E, quando voltei, aprendi a dar valor as coisas mais simples da vida, ser menos materialista.
Mas, o que aqui vale a pena aqui relatar e que eu escutava toda a conversa da equipe médica, seus esforços em me trazer de volta. Recordo de escutar o médico dizer que eu ainda estava vivo, pois uma lágrima rolou de um de meus olhos. Eu tentava me mexer, falar, dizer que eu estava vivo, mas não conseguia. E, o engraçado, é que não entrei em desespero, uma serenidade tinha tomado corpo do meu corpo embora eu sentisse que não estava mais lá. E, o mais incrível, não tinha medo da morte, de morrer devido a imensa paz e bem-estar que eu sentia.
Desde esta experiência, ganhei um novo amigo e converso com ele todos os dias. Dou bom dia, boa noite, conto meus problemas e como amigo, a gente briga, briga muito, mas nos damos bem. Ele sempre me perdoa e nele eu acredito e tenho fé! E, sei que em breve vamos nos tornar a ver. E, neste dia, trocaremos um forte abraço e direi: finalmente te conheci meu amigo! - JK




sábado, 20 de janeiro de 2018

Seja diferente, faça a diferença





Descubro que a maioria das pessoas gosta mesmo de reclamar, não gosta de ajudar, por a mão na massa e trabalhar, fazer acontecer. Não adianta você sentar e esperar que as coisas aconteçam, dê uma forcinha, ajude e colabore!

Se você quer um namorada ou namorado, dispa-se de todos os preconceitos e bobagens que acumulou durante o ano e que a sociedade te impôs e abra o seu coração. Aceite a pessoa como ela é: rica ou pobre, branca ou negra. Namore com a alma não com o status financeiro, família ou com o sobrenome, tão pouco com o pouco com beleza ou corpo definido e sarado. Não esqueça que quando você namora alguém, este alguém você quer para vida inteira, não por um, dia, um mês, um ano.

Se você trabalha no comércio, como eu, comece  chegando e cumprindo o horário. E, não espere que os outros tragam o cliente até você. Ao invés de ficar sentada reclamando atrás do computador em pensamento, ajude trazer o cliente, colabore! Permaneça mais na loja, ajude o teu padrão a crescer que por consequência, você também irá crescer!

De nada adianta fazer fofocas nos corredores e reclamar. Fofocas não vão trazer clientes ou pagar o seu salário. Canalize suas energias em boas ações. Ligue e convide seus clientes, compartilhe as publicações de seus colegas, publique no whats ou facebook e, principalmente, permaneça dentro da loja, pois nenhum patrão paga funcionário para desfilar ou sentar nos corredores. Sem contar que fica horrível você entrar em um estabelecimento e encontrar aquele grupinho de gente conversando e rindo sem fazer nada. A vontade e de desviar o corredor ou dar meia volta e ir embora.

Se você trabalha em uma indústria, além de chegar e cumprir o horário, produza, seja um bom funcionário. Vista a camiseta e honre seu salário. De falsos trabalhadores, o mundo está cheio!

Se você frequenta uma igreja ou culto, pratique o que você acredite. De falsos religiosos e profetas o mundo também está cheio.

Seja diferente! Seja honesto, seja educado, seja gentil, seja humano... Isso é uma raridade nos dias de hoje! Façamos a diferença. Ainda dá tempo  de rever e deixar um mundo melhor para os que virão depois de nós, nossos filhos e netos. - JK

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Desabafo

Por alguns dias cheguei a me importar com a opinião de algumas pessoas que se intitulam amigas aqui no facebook ou no instagram, que reclamaram que eu postava demais, perguntavam aos amigos se eu ia concorrer algum cargo político nas próximas eleições. O que dizer destas pessoas a não ser - (desculpe a sinceridade: infelizes, desprovidas de amizades verdadeiras e que vivem num mundo de aparências e falsidades.  

Pra começo de conversa, se vocês não querem se expor, não querem aparecer, não entrem em nenhuma rede rede social. E, se vocês entraram apenas para criticar, vocês não passam de fofoqueiras, maldosas que gostam de cuidar da vida dos outros e não dá sua própria vida, que, com certeza, não deve ser perfeita.

E, respondendo as perguntas feitas aos amigos, não, eu não vou concorrer a nenhum cargo político embora tenha sido convidado. E, se por acaso eu concorrer em 2020, pode deixar que eu vou sim bater na tua porta e pedir o teu voto.

Infelizmente as pessoas tem o péssimo hábito de julgar, criticar, não suportam ver ninguém mais felizes do que elas. Eu aprendi que nestas situações o melhor é mandar um belo dane-se para elas e continuar a ser feliz, ignorar a opinião alheia.

Sei que não é fácil de uma hora para outra falar “ eu não ligo para opinião dos outros”, mas é preciso para sermos felizes, assim  como é preciso admitirmos que nem todo mundo vai com nossa cara. E, não devemos fazer nada para tentar agradá-las. Por que se importar com alguém que não se importa com você?

Afinal, elas não pagam suas contas, elas não frequentam suas casa, elas não sabem sua realidade, são apenas amigas virtuais ou amigas que não fazem parte do seu cotidiano, não saem com você para uma festa, um happy ou um simples café, pois se convivessem com você, te conheceriam um pouco antes de saírem por aí falando besteiras.


E, pra finalizar, o mundo não esta preparado para o que é impar, afinal, vivemos num mundo de iguais, onde tudo é ditado por uma sociedade consumista e de modismos. Desculpe, mas não me enquadro! - JK


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Nerd


Apesar de eu nunca ter me considerado “nerd”, o termo foi me atribuído muitas vezes ao longo da minha vida  e mesmo achando que é utilizado erroneamente, admito que me enquadro no que se tem por via de regra como padrão para ser considerado nerd. Sempre gostei de escrever e ler. Gostava de atividades que não dependessem tanto de esforço físico, embora adorasse andar de bicicleta e carrinho de lomba.

Sempre preferir ler do que correr ou jogar futebol, ou vôlei. E o pior, na primeira série eu já sabia ler e escrever muito bem. E, assim fui crescendo com o gosto pelo estudo, por querer saber sempre mais, aprender, aprender e aprender. Mas, logo na infância, descobri que eu era um “nerd” diferente, fora dos padrões do que se qualificava de “nerd”. Eu era agitado demais, ou seja, hiperativo.

Gostava de andar de bicicleta e andar de carrinho de lomba, além da nadar. Aliás, vivia quebrado, pois era super desastrado e distraído. Eu era – e ainda sou – um perigo para eu mesmo.

Na adolescência, além de estudioso, adorava festas e beber. Prestava muita atenção nas aulas para não precisar ter que estudar em casa e poder sair para as noitadas. E pensa em alguém que bebia? Sim, bebia muito! Fico de ressaca só em lembrar.

E, contrariando ser “nerd”, ou sendo “nerd” as avessas, aos 14 anos, já namorava, morava sozinho e pegava algumas coleguinhas e a famosa Dolly. Jamais um “nerd” faria isso? Risos.

Na época da faculdade, chegava estudar, devorava livros, para mostrar que eu sabia mais do que os professores. Adorava travar longas batalhas de conhecimentos entre professor e aluno. Bem, até aí, nada de “nerd”, diria metido a besta mesmo. Mas, e as festas da faculdade? Help! Os filmes americanos que retratam as festas estudantis deles são sessão da tarde para as minhas. Como dizia o ditado popular: muito sexo, muita droga e rock n roll.

Não, não tenho vergonha de quando me chamam de “nerd”, pelo contrário, sinto-me orgulhoso. Como sempre digo, antes “nerd” que burro ou drogado. Sim, sou ”nerd” , muito prazer! - JK

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Retorno



Sim, ao contrário do que alguns “amigos” menos informados pensam, aqueles que ainda não me conhecem pessoalmente, eu gosto de pessoas, amo estar acompanhado. Aliás, no meu trabalho, vivo cercado de pessoas e amo isso.
São centenas, pra não dizer milhares dependendo do dia. E,  eu adoro conviver com cada uma delas, conversar, trocar abraços na medida do possível.
Sim, eu tenho muitos amigos e com eles convivo muito bem e amo cada um deles. Amo estar com eles, rir com eles, beber com eles. E, com eles saber de outros amigos que passaram por nós e hoje trilham outros caminhos.
Sim, eu gosto de namorar, de ter uma vida a dois, jantar de casais, cinema, viagem, festas... Sim, na medida do possível eu sou normal. Só convivo bem comigo mesmo. Não deixo de fazer nada por estar sozinho ou por não ter alguém que me acompanhe.
Volto a frisar: em determinados momentos eu sou a melhor companhia para eu mesmo, outros não. Nestes, quero amigos, quero abraços, risos contagiantes, gente falando e gesticulando muito.

Para um bom entendedor, meia palavra basta, é o que eu sempre digo e é o que diz o ditado! Pessoas felizes não julgam, aceitam! Não criticam, respeitam! - JK

Solilóquio

Um dos prazeres destas férias, além de ter viajado, foi ter ficado sozinho, sem mãe, irmã, sobrinhos, amigos... Fiquei em casa, fechado, isolado, com meus cds, livros e dvs. Oras ficava sentado em frente ao pc navegando na internet, ora baixando filmes para depois, encantado, em frente a televisão, assisti-los. Li muito também. Devorei livros e mais livros, além de ter escutado muita música.


Aproveitei o silêncio que o apartamento proporcionava e travei longos conversas comigo mesmo. Algumas produtivas, com respostas que eu jamais esperava escutar de mim mesmo. Desses curiosos colóquios saíram interessantes ideias e meditações de elevada espiritualidade, afinal, é preciso cuidar da alma, não só do corpo.


E, por falar em corpo, voltei a pilotar o fogão, resgatar velhas receitas de infância que aprendi com minha avó ou com minha mãe. E, ouso a dizer, que ficaram uma delícia, todas.


Sei que muitos irão me achar doido – sim, eu assumo que sou -, mas este período comigo mesmo foi salutar e enriquecedor. Me surpreendi ao dialogar-me com o meu outro eu.


Hoje, recomeço a trabalhar e compreendendo melhor o que é a vida e o porquê de muita coisa... Ás vezes, só o isolamento pode dar esse sublime prazer. - JK


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Apaixonei, gostei!

Já me apaixonei diversas vezes. Sim, verdade! Me apaixono fácil e, como tudo que é fácil, vai fácil. E, ouso dizer, que conheci pessoas legais, interessantes, inteligentes e outras, nem tantas. Mulheres que beijavam bem e sabiam como enlouquecer um homem na cama. Mas, também, tive o desprazer de conhecer gente sem sentido, sem noção, chatas, pegajosas, interesseiras, fúteis e ruins de cama. 
Já me apaixonei pelo cheiro de determinadas pessoas, pelo simples calor de um abraço ou de um sorriso farto quando encontrava com o meu. Sim, já tive mulheres de todas as cores, tamanhos, umas que falavam demais, outras de menos. Conheci mulheres que ficavam sexy mesmo despeadas, ao acordar, outras, somente arrumadas e produzidas. Já tive mulheres sadomasoquistas, locas na cama e as pudicas. 
Já me apaixonei por pessoas que tem um jeito maroto de conversar, malicioso no andar e mestras na arte do amar. Sim, já gostei de ser conquistado com carinho e de ser maltratado e mandado na cama. Já gostei de meios sorrisos abertos na malandragem, cintas ligas, espartilhos e aquele salto alto com chicotinho. 
Já gostei de rostinhos e corpos lindos, outros nem tantos.Já goste de mulheres simplesmente pelo prazer da caça, do abate do que do prazer. 
Eu já amei conversar com todas elas sobre futebol, música, cinema, teatro, chocolate e até mesmo, novela e culinária. Eu já amei seduzir e deixar ser seduzido. Eu já amei ver elas de roupas íntimas ou fazendo um strip-tease. 
Eu já amei beijos de línguas ardentes e gozos fartos. Eu já amei as roupas que as vestiam, os óculos que adornavam seu rosto e, principalmente, seu carisma, simpatia. 

Eu já amei, hoje não amo mais. Mas, amanhã, talvez volte a amar. – JK