O
mundo parece girar cada vez mais depressa e, para não tropeçar nos obstáculos
do caminho, muitas vezes preciso recalcular minha rota. Não tenho vergonha de
mudar de direção quando percebo que algo deixou de me fazer bem! Quero gostar
do meu trabalho, encontrar sentido naquilo que faço e, principalmente, manter
minha família por perto e unida! Ela é meu maior patrimônio, tenho certeza
disso!
Também aprendi a valorizar meus bons e velhos
amigos, aqueles que se tornam parte da família e fazem a caminhada ficar mais
leve. Amizades são como plantas: precisam de cuidado, atenção e presença!
Quando são esquecidas, enfraquecem; quando são cultivadas com carinho, criam
raízes e permanecem conosco por muitos anos.
Acima de tudo, procuro agradecer pelo pouco ou
muito que tenho! Minha fé me sustenta e, do meu jeito, converso com Deus
através das minhas orações. Assim, encontro felicidade no cafezinho de cada
dia, na minha casa, nas minhas plantinhas, nos momentos de lazer e na comida
sobre a mesa. E jamais posso esquecer de me amar, porque, se eu não gostar de
mim mesmo, como poderei esperar que os outros gostem?
J.K. – 13.09.26

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